quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CHAPECOENSE



Nossos mais sinceros sentimentos as famílias e amigos de todos os envolvidos nesta tragédia.








Seguro de vida de elenco da Chapecoense pode chegar a R$ 20 milhões

Lei Pelé garante seguro de vida mínimo equivalente a doze meses de salários dos jogadores

O seguro de vida do elenco da Chapecoense pode chegar a cerca de R$ 20 milhões. O valor refere-se apenas ao benefício obrigatório, definido pela Lei Pelé, que equivale a 12 salários de cada jogador.

Além disso, familiares das vítimas devem ter direito a indenização a ser paga pela companhia aérea e possivelmente a seguro obrigatório para voos internacionais.

Segundo o artigo 45 da Lei Pelé, “as entidades de prática desportiva são obrigadas a contratar seguro de vida e de acidentes pessoais, vinculado à atividade desportiva, para os atletas profissionais, com o objetivo de cobrir os riscos a que eles estão sujeitos”.

O parágrafo primeiro estabelece que “a importância segurada deve garantir ao atleta profissional, ou ao beneficiário por ele indicado no contrato de seguro, o direito a indenização mínima correspondente ao valor anual da remuneração pactuada”.

Ainda segundo a lei, “a entidade de prática desportiva é responsável pelas despesas médico-hospitalares e de medicamentos necessários ao restabelecimento do atleta enquanto a seguradora não fizer o pagamento da indenização”.

O cálculo do valor total do seguro foi feito pelo R7 com base em declaração dada pelo presidente do clube, Sandro Pallaoro, quando o time começou sua trajetória na série A do Brasileirão, em 2014.

Na época, ele estimou em R$ 1,5 milhão a folha de pagamento da Chapecoense, em valores atualizados pela inflação oficial.

CBF assumiu seguro

Em março deste ano, a CBF informou que assumiu, com o apoio do parceiro Itaú Seguros, responsável pelas coberturas, o seguro de vida e auxílio funeral dos atletas profissionais com contratos ativos no sistema da federação. A apólice contratada pela CBF, de acordo com a instituição, fornece ao beneficiário cobertura por morte por qualquer causa, invalidez permanente total ou parcial por acidente e invalidez funcional permanente ou total por doença.

As coberturas são calculadas conforme o salário do atleta, multiplicado o valor em doze vezes.

Seguro na passagem

Presidente da Abrapavaa (Associação Brasileira Parentes e Amigos Vitimas Acidentes Aéreos) e integrante de grupo da , Sandra Assali afirma que os valores devem depender da legislação boliviana, já que a companhia tem sede no País.

— Isso depende de cada País. No Brasil, a compra do bilhete já inclui seguro de R$ 66 mil. Nos Estados Unidos, chega a 120 mil dólares. Na Europa, chega a 130 mil euros.

Além dos seguros, os parentes devem receber indenizações maiores devido à resposabilidade civil pelo acidente. Sandra recomenda que os parentes das vítimas procurem ficar próximas e conversem entre si e procurem a associação para orientações.

— É um momento de desespero. E essa aproximação ajuda os parentes. Em um momento um não está bem, em outro momento é outra pessoa.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

PREÇO DO SEGURO

Fatores que influenciam no preço do seguro do automóvel

São diversas as variáveis que influenciam no preço do seguro do automóvel. O preço total tem como base os possíveis riscos constatados a partir de informações fornecidas pelo cliente na hora em que preencher o formulário.

São inúmeros os fatores que compõe a precificação do seguro, uns mais relevantes do que os outros. Dentre eles estão a idade e sexo do condutor, endereço (se fica em uma zona de risco), assim como se a pessoa tem garagem em casa.

Quanto à idade, se o condutor tiver menos de 25 anos, o valor vai ser maior. Quando a seguradora faz o questionário, pergunta a idade da pessoa e se há dependentes com menos de 25 anos. Eles entendem que quem é mais jovem está mais exposto a riscos.

Outros quesitos importantes são a distância percorrida diariamente e onde o automóvel passa a noite. As necessidades de uma pessoa que mora a cinco quadras do trabalho são diferentes das de quem trabalha mais longe. Na hora de responder às perguntas, você deve colocar a quilometragem que é rodada por dia. Também é observado se o cliente tem garagem fechada em casa ou não. Ainda sobre o lugar onde o veículo vai ficar, a cidade e o bairro também são considerados, baseados nos seus índices de violência. Se você mora em um lugar que tem maiores índices de roubos, é provável que o seu seguro seja mais caro do que de quem está num lugar mais seguro. Por isso, cidades menos violentas têm seguros mais baratos, aponta a coordenadora.

Apesar disso, é a combinação destes critérios que impacta no valor total. Não é só um critério, mas é a soma deles. Alguns pontos são mais relevantes, outros menos.

Segurar carro 2017 sai mais barato Antes de comprar um carro zero é importante levar em conta o preço do seguro. De fato, essa informação pode ser o fator chave de escolha entre um veículo 2017 e um 2016.

Comparando os modelos 2016 e 2017 dos cinco carros mais comprados no Brasil, a versão 2017 possui seguro em média 6% mais barato do que os mesmos modelos do ano anterior.

No estado da Bahia, a diferença entre os valores referentes às duas versões se encontra acima da média nacional, chegando a 9%.

Estes novos modelos de veículos possuem a tendência de ter um valor de seguro inferior motivado pelo seu baixo custo de manutenção. Eles também têm uma circulação menor, o que ocasiona em um número de sinistro mais abaixo da média.

Por meio destes dados comprovamos a importância do preço do seguro e como esta proteção pode ser o fator decisório para a escolha de um automóvel. O levantamento teve como base os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Sobre as expectativas para o ano que vem as vendas de seguros melhorem já no mês de janeiro. O mercado em geral vai estar muito acessível.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O SEGURO NÃO COBRE

Coisas que o Seguro não Cobre.


Justiça negou pedido de pagamento do seguro ao dono de um automóvel que teve o veículo furtado após esquecer a chave na ignição. O homem entrou com ação contra a seguradora, relatando que o seu carro havia sido furtado em julho de 2013, sem que pudesse evitar a ação.

Na ocasião, ele registrou boletim de ocorrência, informou que esqueceu a chave do carro na ignição e queria receber seguro no valor de R$ 30.570,00.

A seguradora de veículos, por sua vez, sustentou que o homem agravou o risco para o furto, uma vez que, conforme relatado por ele próprio no boletim de ocorrência, “o veículo estava ligado e com a chave na ignição” sendo que, ao entrar na residência e retornar, verificou que o automóvel havia sido furtado. Tal comportamento, segundo a seguradora, inviabilizaria o pagamento da indenização conforme contrato estabelecido entre as partes.

Após a negativa da seguradora em pagar o valor, o homem foi á delegacia e retificou o boletim de ocorrência, informando que o veículo estava com a chave na ignição, porém, desligado.

O fato, contudo, não alterou a decisão do magistrado, que concluiu: “O autor contribuiu de maneira decisiva para a ocorrência do sinistro, em conduta flagrantemente descuidada, o que exime a requerida do pagamento de qualquer indenização”. (Com informações do TJDFT)


terça-feira, 1 de novembro de 2016

SEGURO PARA FROTAS

SEGURO AUTOMOTIVO PARA PEQUENAS FROTAS


Responsáveis por cerca de 30% do PIB brasileiro, as pequenas e médias empresas combinam eficiência e estrutura de negócios enxuta – qualidades alcançadas por meio de um planejamento de gastos e riscos atrelado a importantes aliados, o seguro.

A tendência de crescimento deste produto ocorre porque, aos poucos, o seguro automotivo focado em pequenas empresas perde o status de despesa e passa a ser visto como investimento. “No primeiro momento, a contratação de um seguro auto para a empresa pode parecer um custo a mais, porém, após análise, o empresário se dá conta de que esta é a melhor alternativa contra sinistros e outros riscos que podem por o patrimônio e a produtividade do negócio em "xeque".

Tudo fica mais fácil. Sua empresa terá um único vencimento, otimizando seu tempo, evitando retrabalho com vários vencimentos e cotações no decorrer do ano. 

Preços competitivos fazem desta modalidade um bom atrativo. Já é sabido que cada Automóvel tem um taxa diferenciada, mas no final, você acaba gastando muito mais se contratar individualmente, principalmente se levar em conta todo trabalho que irá ter.

Cias Seguradoras tem pacotes de fidelização para empresas que trabalham com esta modalidade de seguro. Hoje o maior diferencial de preço quem faz é o cliente, fidelizando a Cia escolhida. Esse negócio de ficar contratando um seguro em cada Cia, não tem a cara de quem quer economizar, e sim pechinchar, que não leva a nada, principalmente nos dias de hoje que as comissões dos corretores são mínimas, comparadas a 3 ou 4 anos atras.

Oferecemos um tratamento diferenciado, onde temos como principal foco a segurança que você procura aliada ao custo-benefício.

Você não vai se arrepender.



segunda-feira, 31 de outubro de 2016

SEGURO VIAGEM


SUCESSÃO EMPRESARIAL




    O Seguro de Sucessão Empresarial é um seguro de vida que visa minimizar riscos financeiros e/ou patrimoniais causados pelo falecimento de qualquer um dos sócios da Empresa.

    Como beneficiária do seguro, a empresa contratante poderá utilizar este capital para pagar aos herdeiros legais o valor correspondente às cotas do sócio falecido. Assim, os herdeiros podem ter seus direitos mantidos e os demais sócios podem continuar suas atividades sem que os herdeiros assumam parte do controle acionário da empresa.


    BENEFÍCIOS E COBERTURAS
     
    - Cobertura para os sócios em caso de morte.
    - Possibilidade de contratação do capital segurado de até R$ 6.000.000,00 por sócio.
    - Oportunidade de negociar a contratação do produto para que proponentes que exercem profissões de maior risco pratiquem esportes radicais, ou ainda, sejam portadores de algumas doenças consideradas agravantes, respeitando as condições e as restrições de acordo com o risco. O capital segurado máximo para estes casos é de R$ 250.000,00.
    - Para a empresa, este seguro minimiza riscos financeiros e/ou patrimoniais, além de permitir a continuidade da atuação da empresa com as características administrativas habituais, sem a intervenção de pessoas despreparadas à rotina da empresa.
    - Para os demais sócios, disponibiliza os recursos necessários para adquirir a parte do sócio ausente.
    - Para os herdeiros, oferece o amparo necessário no caso da perda do seu provedor e a tranquilidade de não se preocupar com a administração de um negócio

    PERGUNTAS FREQUENTES

    O que é?
    O seguro de Sucessão Empresarial é um seguro de vida que visa minimizar riscos financeiros e/ou patrimoniais causados pelo falecimento de qualquer um dos sócios da Empresa.

    Porque contratar?
    Como beneficiária do seguro, a empresa contratante poderá utilizar este capital para pagar aos herdeiros legais o valor correspondente às cotas do sócio falecido. Assim, os herdeiros podem ter seus direitos mantidos e os demais sócios podem continuar suas atividades sem que os herdeiros assumam parte do controle acionário da empresa.

    Qual a idade permitida para contratação?
    A idade de ingresso do proponente de 18 (dezoito) até 65 (sessenta e cinco) anos de idade, completos na data de início de vigência do seguro.

    Quando começa a cobertura?
    a partir das 24 (vinte e quatro) horas do dia seguinte ao da data do Protocolo da Proposta de Adesão pela MetLife, desde que a mesma tenha sido aceita.

    Como acionar o seguro?
    O segurado ou o beneficiário deverá providenciar os documentos necessários para o andamento do processo de indenização e envia-lo para seu corretor que dará andamento ao processo.

    O valor do seguro e das parcelas será sempre o mesmo ou será atualizado?
    O Capital Segurado, bem como o Prêmio deste Seguro, serão atualizados anualmente, no aniversário da apólice pela aplicação do percentual de variação positiva do IPCA/IBGE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).Os prêmios do seguro também serão atualizados, anualmente, conforme a idade do Segurado, na data do aniversário do Certificado Individual.

    O valor da indenização é considerado no inventário?
    Seguro de Vida e suas variações não é herança, portanto, não entra no inventário, conforme prevê o Código Civil Art. 794. "No seguro de vida ou de acidentes pessoais para o caso de morte, o capital estipulado não está sujeito às dívidas do segurado, nem se considera herança para todos os efeitos de direito.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

AUMENTA ROUBO DE MOTO

Cidades da Grande São Paulo registram o maior número de ocorrências.


Nos últimos 12 meses, o índice de roubo e furto de motos acima de 250 cilindradas cresceu 11,65%, segundo as empresas de localização e rastreamento. O comparativo do 3º com o 2º trimestre mostra a mesma tendência, com alta de 7,77% nos meses de julho, agosto e setembro, contra abril, maio e junho.A região metropolitana de São Paulo concentra o maior número de ocorrências. Entre as estradas e avenidas mais perigosas estão a Rodovia dos Imigrantes (altura de São Bernardo do Campo), a Av. Prefeito Hirant Sanazar (Osasco), Av. Rotary (São Bernardo do Campo) e Av. Prestes Maia (São Caetano do Sul).

Os meses mais quentes também são os mais perigosos. Dados da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) – referência na área de Gestão de Negócios – o número de motocicletas acima de 250 cilindradas roubadas ou furtadas na capital paulista deu um salto de 89% entre o inverno e o verão do ano passado.

“O índice indica um comportamento sazonal, influenciado pelas estações do ano, onde nos períodos mais quentes as motos são mais utilizadas e ficam mais expostas. Sendo assim, o roubo de motos cresce nos períodos mais quentes (outubro, novembro e dezembro) e diminui nos meses mais frios (maio junho e julho).

Outro fator que tem aumentado a visibilidade maior da categoria motos é a migração considerável de condutores de automóveis para motocicletas, devido ao custo mais acessível e a manutenção mais barata dos veículos de duas rodas.


terça-feira, 25 de outubro de 2016

CARRO NOVO NÃO PRECISA SEGURO NOVO !

Segurado que trocou de carro não precisa de novo seguro !

A substituição do veículo por um modelo mais novo é sempre um momento de muita alegria para qualquer motorista. Porém, apesar de simples, os procedimentos que precisam ser realizados para incluir o novo bem no seguro podem gerar dúvidas em muitos consumidores.

o processo é mais simples do que as pessoas imaginam. Quando o cliente já possui um seguro, basta contatar o seu corretor de seguros e solicitar a alteração. Essa alteração poderá gerar um valor a pagar ou até mesmo uma restituição, dependendo do valor e tipo de veículo.

O mesmo ocorre quando o segurado precisa incluir coberturas adicionais ou cancelar o contrato. A única diferença é que, no caso da rescisão do seguro, o consumidor precisará elaborar uma carta de próprio punho solicitando o cancelamento. O documento será entregue ao corretor, que a repassará à companhia, gerando assim um endosso de apólice.

Acessórios como kit de gás e blindagem, geralmente, não estão inclusos nas apólices de seguro. Por isso, é importante que o consumidor solicite a cobertura adicional para esses itens no momento da atualização ou renovação de sua apólice.

Evitando Gastos

Período do contrato: é importante avaliar por quanto tempo o consumidor pretende permanecer com o veículo. Se a ideia for vender o carro após alguns meses de uso, o indicado é optar por uma apólice com validade semestral. Porém, se o objetivo for ficar com o automóvel por mais tempo, o recomendável é escolher um contrato plurianual. Isso poderá garantir desconto, que em alguns casos, de até 30%, se comparado ao anual.

Coberturas adicionais: a contratação avulsa de alguns serviços, como o de guincho, por exemplo, pode ter um custo muito elevado. Por isso, o consumidor precisa analisar com cuidado quais assistências adicionais são indispensáveis. Se o cliente habitualmente viaja com o veículo, uma opção de cobertura de guincho mais abrangente é o ideal.

Serviços gratuitos: a maioria das seguradoras disponibiliza pacote de assistências. São serviços de chaveiro, encanador e eletricista já inclusos no contrato. Eles que podem ser acionados sem custos extras, caso o segurado tenha uma emergência em sua residência, por exemplo.

Descontos: outro benefício disponibilizado pelas companhias é o Clube de Vantagens. Por exemplo, oferece aos segurados descontos em redes de estacionamentos, centros automotivos, locadoras de veículos e lojas online onde o cliente obtém promoções e descontos em produtos e serviços.




terça-feira, 18 de outubro de 2016

OS VEÍCULOS MAIS ROUBADOS

Os Carros mais Visados

São Paulo - Dentre os 50 carros mais vendidos do Brasil, o Fiat Palio Weekend foi o mais visado por ladrões no primeiro semestre de 2015, de acordo com a versão mais atualizada do Índice de Veículos Roubados (IV-R), divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Neste período, foram roubados ou furtados 922 veículos do tipo Fiat Palio Weekend, de um total de 56.227,34 carros desse modelo que têm seguro no país, o equivalente a um índice de 1,64%.

O número total de veículos segurados não é absoluto porque a contagem é feita proporcionalmente em função dos contratos de seguro e suas datas de vencimento, que são mensais. Se o contrato de um seguro vence em um mês durante o período analisado, ele não poderá ser computado de forma integral no ranking.

O índice é obtido a partir da divisão do número de sinistros (que é a soma entre os casos de roubos e furtos) pelo número de veículos segurados de cada modelo. Os dados são coletados a partir de apólices ativas e dados informados pelas seguradoras à Susep —órgão que regula o setor.

Veículos com índices de roubo elevado geralmente têm seguros mais caros. Apesar de outros fatores também contribuírem para o preço da proteção, como perfil do motorista e custo de conserto, o índice de roubo e furto do veículo é responsável por cerca de 50% do custo do seguro, dizem especialistas.

A amostra considerou índices de roubo e furto de cada modelo em todo o país para carros de passeio nacionais e importados. Esses números variam conforme cada estado e até entre os bairros de uma mesma cidade. Além disso, foram consideradas todas as faixas etárias e sexos do condutor, que também influenciam na formação do preço do seguro.

Para consultar o índice de um determinado modelo em cada estado, para cada faixa etária e sexo do condutor, basta fazer a pesquisa com estes critérios no site da Susep.

YOUSE - CUIDADO

Youse Seguros Promete Muito.

A Youse vem enganando o consumidor antes mesmo de ter autorização da Susep para operar. Imagine o que fará depois, se obtiver essa autorização? O questionamento foi feito pelo presidente da Fenacor, Armando Vergilio, em entrevista ao programa Bate Bola, comandado pelo diretor do CQCS, Gustavo Doria Filho.

Armando Vergilio espera que a Susep puna de forma exemplar a companhia, por cometer ilicitudes que podem trazer sérios prejuízos para o consumidor. Ele revelou que a Fenacor já fez três denúncias contra essa empresa. “Não podemos aceitar que essa companhia continue desrespeitando a legislação. A Youse tem apenas uma autorização preliminar para resolver atos societários, não para operar. Eles atropelaram processo e fazem propaganda enganosa, enganando o consumidor”, criticou.

O presidente da Fenacor questionou ainda a postura da Caixa, que é controladora da Youse. Vergilio lembrou que a Caixa tem um “histórico negativo” no mercado de seguros, o que a obrigou, inclusive, a celebrar, com a Susep, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), por venda irregular de apólices. “Então, é preciso ver se esse TAC está sendo descumprido”, alertou.

Na entrevista, Vergilio falou ainda que importância de a Susep ser comandada por um profissional com amplo conhecimento do mercado. Segundo ele, esse conhecimento será vital para que haja mais sensibilidade na autarquia para a busca de soluções que favoreçam os consumidores, o Estado e o mercado. “O setor, agora, pode voltar para o trilho, ajudando o Brasil na retomada do crescimento econômico”, frisou.

Ele destacou ainda o papel que o Ibracor tem a cumprir como órgão auxiliar da Susep na supervisão do mercado. “Só existem dois tipos de pessoas que são contrárias à existência dessa autorreguladora: quem não a conhece ou o corretor mal intencionado”, observou o presidente da Fenacor, para quem a adesão ao Ibracor não pode ser opcional, pois, dessa forma, apenas os profissionais sérios irão se associar espontaneamente.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

SOBE ROUBO DE MOTOS

Alerta: roubos de motos de grande porte crescem consideravelmente na primavera e verão

FAÇA UMA COTAÇÃO ON-LINE


Boletim “Economia do Crime” Tracker-Fecap aponta para alta de 89% no número de ocorrências entre junho e dezembro de 2015

O número de motocicletas acima de 250 cilindradas roubadas ou furtadas na capital paulista deu um salto de 89% entre o inverno e o verão do ano passado. Os dados são do Boletim Econômico Tracker-Fecap, elaborado pelo Grupo Tracker – maior empresa de rastreamento e localização de veículos do Brasil com cerca de 350 mil clientes – e a Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) – referência na área de Gestão de Negócios.

“O índice Tracker-Fecap indica um comportamento sazonal, influenciado pelas estações do ano. O roubo de motos cresce nos períodos mais quentes (outubro, novembro e dezembro) e diminui nos meses mais frios (maio junho e julho)”, afirma Frederico Lanzoni, do setor de Inteligência Competitiva do Grupo Tracker.

No comparativo do índice acumulado mês a mês, retirando as flutuações decorrentes do efeito sazonal, verifica-se um crescimento de 3% no número de roubo e furto de motocicletas na capital paulista, entre junho de 2015 e junho de 2016. “Nos últimos meses, houve uma migração considerável de condutores de automóveis para motocicletas, devido ao custo mais acessível e a manutenção mais barata dos veículos de duas rodas. Este fator gera uma visibilidade maior da categoria motos”, analisa Lanzoni.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

PORTO x AIG SEGUROS

Porto Seguro adquire carteira de automóvel da AIG com 25.000 clientes

A Porto Seguro deu mais um importante passo para consolidar ainda mais a sua posição de a seguradora brasileira no segmento de auto. A empresa assinou acordo de transferência da carteira de seguros de automóveis da AIG, com mais de 25 mil clientes.

A transação, que ainda depende da aprovação dos órgãos reguladores competentes (Cade e Susep), não trará impacto para os atuais clientes e corretores de seguros, garantem as empresas. Muito pelo contrário. Serão preservadas as apólices e coberturas já contratadas e haverá plena continuidade do atendimento.

Além disso, segundo o presidente da Porto Seguro, Fábio Luchetti, o acordo garante ainda aos clientes da AIG as mesmas condições de serviços, tratamento e atendimento que eles já possuíam antes, incluindo benefícios oferecidos aos clientes Porto Seguro Auto, como descontos em espetáculos culturais e serviços de conveniência.

Os segurados da AIG também passarão a contar com descontos em rede de estacionamentos, atendimento nos 270 Centros Automotivos Porto Seguro distribuídos em todo o Brasil, entre outras vantagens.

Até a conclusão do processo, as seguradoras atuarão de forma independente e com continuidade das operações da AIG para oferecer aos seus clientes da modalidade auto todos os serviços e assistências contratados.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

SEGURO ONLINE EXIGE ATENÇÃO


Seguro Online Exige uma Atenção Redobrada

Antes de contratar apólices de seguro pela Internet, aqui vai um alerta: a opção apresentada aos clientes como “rápida, fácil e moderna” pode trazer dores de cabeças. A opção totalmente online deve ser muito bem avaliada para não se tornar uma armadilha para o consumidor.

Muitas das seguradoras 100% online não possuem registro na Superintendência de Seguros Privados (Susep), o órgão regulador do mercado no Brasil. Suas propostas de trabalho são baseadas num conceito de empreendedorismo e de liberdade de escolha do cliente com anúncios pregando a venda direta de apólice. Segundo a Federação dos Corretores de Seguros (Fenacor), a propaganda pode iludir o consumidor ao dizer que o corretor de seguros não é necessário.

A Fenacor destaca que este tipo de empresa sem registro é ilegal, com posturas agressivas em relação ao consumidor, o mercado e aos corretores de seguros. “Trata-se de um desafio ao Código de Defesa do Consumidor, pelos riscos que acarreta para quem é enganado na compra de produtos.

O seguro não é apenas uma contratação ou a sensação de segurança e cobertura. É dar ao cliente a garantia de bons produtos, caso alguma eventualidade aconteça. Uma seguradora online e sem registro é uma ilusão perigosa. O corretor é alguém que conhece o mercado e os perfis de seguros mais indicados aos clientes, numa relação de confiança.

Quando falamos de seguro online, alguns ramos necessitam de mais atenção na escolha das coberturas a serem contratadas. Para a modalidade de automóvel, por exemplo, pode-se ter a sensação de estar contratando um produto completo, com cobertura total, e na hora da ocorrência de uma colisão com perda parcial ter a infeliz surpresa de que o produto escolhido somente oferece cobertura por perda total ou somente para danos a terceiros.

As modalidades online têm contratações que tendem a ser de produtos simplificados, que não apresentam várias opções de coberturas. Este é mais um motivo para o cliente ficar atento. Em caso de análises mais complexas, o melhor é um consultor para analisar as diversas variantes envolvidas.

UNIMED RIO SERÁ LIQUIDADA ?

ANS não descarta liquidação extrajudicial da Unimed-Rio
Negativa de aporte dos médicos agrava situação da cooperativa



RIO — A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) afirma que ainda não há nenhuma posição tomada que determine a liquidação extrajudicial da Unimed-Rio, apesar da negativa de aporte por parte dos cooperados agravar a situação da empresa. Segundo o colunista Ancelmo Gois, a agência reguladora vai notificar a cooperativa a apresentar "imediatamente uma outra forma de capitalização ou vai pedir a liquidação da Unimed-Rio."

Na assembleia realizada nesta terça-feira, dia 27, que se estendeu das 20h até a 1h desta quarta-feira, 2.340 cooperados discutiram a proposta feita pela atual direção de fazer um aporte de R$ 500 milhões partilhado pelos médicos da cooperativa, que não foi aprovada.

É difícil chegar a um consenso ao debater com milhares pessoas. Os cooperados não se recusam a investir, mas defendem que o aporte seja feito devagar. Além disso, pelas dificuldades devido aos erros cometidos pela diretoria anterior, todos têm medo de fazer o aporte e, ainda assim, não resolver o problema — conta um cooperado que prefere não se identificar.

Aproximadamente metade desse aporte seria relativo ao pagamento de despesas gerais imediatas, como com fornecedores e com a rede credenciada. O restante é relativo a uma dívida tributária, que já vem sendo dobrada dos cooperados, com desconto de 25% a 30% por mês da produção de cada um. Esses recursos serão usados para quitar débitos de Imposto Sobre Serviços (ISS). A operadora explicou que pagou os tributos em nome dos associados entre 2012 e 2015, e que foi aprovado anteriormente em assembleia o ressarcimento dos valores pelos cooperados até que o montante seja equalizado.

Em nota, a Unimed-Rio informa que, na assembleia dessa terça-feira, a maioria dos médicos presentes aprovou o desconto de 30% da produção médica como forma de ajudar no processo de recuperação da Unimed-Rio. Em paralelo, acrescenta o comunicado, a cooperativa está avaliando outras opções para viabilizar a entrada de novos recursos. No entanto, a lei das cooperativas não permite que o aporte seja feito por investidor externo.

Líder do movimento 3ª Via, de oposição, a médica Ana Clara Sande, informou que o desconto de 30% feito mensalmente na produção de cada cooperado já aportou, em três meses, R$ 37 milhões para a cooperativa e faz com que a contribuição dos sócios seja proporcional. A verdade é que a grande maioria dos cooperados não tem condições de aportar mais recursos.

Vamos aguardar a decisão da ANS em relação à proposta aprovada na assembleia de continuar com o desconto de 30%. Esperamos que a atual diretoria corrija o equívoco político de ter convocando uma assembleia com 3.500 cooperados e não discutir pontos que poderiam aportar para a Unimed-Rio de R$ 750 milhões a R$ 800 milhões com a venda de ativos, como as sedes da Barra, Centro, Benfica e o hospital. A atual diretoria só apresentou uma proposta de aporte que castiga ainda mais o cooperado.

Segundo a médica, está acontecendo o que foi alertado há muito tempo: nenhuma empresa consegue saber o tamanho de sua dívida sem aprovar as contas por dois anos seguidos, 2014 e 2015, no caso.

Na semana passada, o diretor Financeiro da empresa, William Galvão, informou que tinha fechado acordo com prestadores de serviços, como a Casa de Saúde São José, e a Federação do Estado do Rio das Unimeds para garantir o atendimento aos cerca de um milhão de usuários da cooperativa. Pelo acordo, os valores presentes serão pagos à vista e os anteriores em dez parcelas. Além disso, ele informou que havia sido feita uma redução no comissionamento das corretoras, como forma de ajuste.

Todo mundo entende a situação da companhia e o fato de que todos estamos entrelaçados. Estamos reformulando a administração, o que está tornando-a mais efeciente e menos dispendiosa. Ganhamos o contrato com a Aeronáutica o que representa a entrada de imediato de oito a dez mil vidas — destacou Galvão, em entrevista na última quinta-feira, dia 22, sobre a nova rota da companhia

Sob direção fiscal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde o ano passado, a Unimed-Rio tem um passivo (ou seja, dívidas e outros compromissos) que totalizam R$ 1,9 bilhão, já o ativo é de R$ 1 bilhão.

Segundo Galvão, o aporte ajudaria a pagar parte da dívida e possibilitaria que a Unimed-Rio continue funcionando:

Se houver um processo de liquidação, a dívida vai ser cobrada por inteiro e teremos que parar de operar. Mas não tenho dúvida de que a empresa é viável. Tem uma carteira de quase um milhão de vidas e receita anual de R$ 5 bilhões.

Segundo fontes próximas à empresa, depois do anúncio do risco de uma liquidação extrajudicial, alguns dos 5.400 cooperados já teriam procurado à empresa e se manifestado favoravelmente ao aporte.

Em entrevista publicada no último domingo, o presidente da ANS, José Carlos Abrahão, destacou a importância da cooperativa para toda a saúde suplementar e informou que o plano de recuperação ainda passava por ajuste, ressaltando que quanto mais o tempo passa, maior será o aperto necessário para reequilibrar a empresa.

Os Ministérios Públicos estadual e federal, a Defensoria Pública do Estado do Rio, que junto com a ANS, acompanham o processo de recuperação da empresa, devem se reunir com a agência reguladora na semana que vem para debater a situação da Unimed-Rio sem o aporte dos R$ 500 milhões pelos médicos.



sexta-feira, 30 de setembro de 2016

SEGURO AUTO POPULAR - CUIDADO

Seguro Popular para Automóveis - Vale a pena ?

Se você pretende contratar um seguro para seu veículo somente levando em conta o preço, pode contar com produtos com valores bem baixos, mas cuidado ! Vale lembrar que estes seguros, em caso de dano parcial, usam peças não originais ou até mesmo recondicionadas para o conserto do seu veículo.

Fique atento para estes detalhes, pois o barato acaba saindo caro.

CALCULE SEU SEGURO AGORA > ORÇAMENTO ON-LINE


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

$ SEGUROS NO BRASIL

O preço do seguros no Brasil pode variar mais de 70%.

 É o que aponta estudo com base em dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) referentes ao mês de agosto e utilizando o perfil de um homem de 35 anos, casado e sem filhos.

No caso do veículo mais vendido no País no mês passado – o Onix, da Chevrolet – o valor do seguro varia de R$ 1.729,95 em Belo Horizonte a R$ 2.765,91, em São Paulo, uma oscilação de 59,9%.

Mas, a oscilação é ainda maior no seguro para o Hyundai HB20 – segundo mais vendido em agosto – que custa R$ 3.950,07 em São Paulo e R$ 2.315,47, em Belo Horizonte, uma diferença de 70,6%.

A variação é expressiva também para quem for contratar um seguro para veículo da marca Ford Ka, terceiro mais emplacado em agosto. Neste caso, o preço vai de R$ 2.821,57 (São Paulo) a R$ 1.961,35 (Belo Horizonte), diferença de 43,8%.

Foram avaliados os dados de quatro capitais (São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre) e o Distrito Federal.

Na grande maioria dos casos, São Paulo tem os seguros mais caros do País e Belo Horizonte, os mais baratos.

Veja o quadro abaixo:

ModeloUnidades emplacadasValor do seguro em SPValor do seguro em BHValor do seguro em SalvadorValor do seguro em Porto AlegreValor do seguro em Brasília
Chevrolet Onix12422R$2.765,91R$1.729,95R$2.195,60R$2.650,57R$1.904,52
Hyundai HB2010.263R$3.950,07R$2.315,47R$2.743,66R$3.451,51R$2.398,12
Ford Ka7.043R$2.821,57R$1.961,35R$1.921,53R$2.465,24R$1.878,84
Fiat Palio6751R$3.321,42R$1.813,36R$1.951,03R$2.249,05R$1.675,79
Renault Sandero6657R$3.041,67R$1.467,71R$2.085,26R$2.576,94R$1.955,29
Toyota Corolla6030R$4.999,53R$3.763,94R$4.078,87R$5.276,11R$3.871,19
Fiat Strada6009R$8.451,51R$4.340,36R$5.064,08R$5.660,85R$3.892,78
Chevrolet Prisma5848R$3.548,21R$1.662,63R$2.287,45R$2.178,79R$1.862,29
HR-V4906R$4.374,61R$3.120,80R$3.510,56R$4.074,65R$2.799,15
Volkswagen Gol4525R$5.649,73R$2.569,69R$2.918,71R$3.481,85R$2.765,57

SEGURO x CAMPANHA POLÍTICA

Seguradoras tEm regras específicas para carros adesivados para campanha política.

Como fazer o seguro de carros particulares utilizados em campanha política?

CUIDADO ! Cada seguradora tem um posicionamento, mas, na maioria das vezes, a cobertura é admitida, desde que alguns requisitos sejam atendidos.

Na Liberty, por exemplo, nos casos de veículos com adesivos para demonstrar sua preferência partidária, o seguro pode ser feito se o segurado for o principal condutor. Contudo, a utilização deverá ser enquadrada como “comercial”.

Já quando o veículo for do próprio candidato ou quando estiver sendo utilizado a serviço do diretório do partido, trata-se de PEP (Pessoas Expostas Politicamente), risco sem aceitação na companhia.

Também não podem ser cobertos as picapes ou caminhões que tenham equipamentos de som ou que são usados para transportar pessoas.

Na SulAmérica, veículos adesivados (para campanhas políticas ou comerciais), em 50% ou mais do casco, devem ser enquadrados como o uso “Fins Publicitários”. Se apenas parte do veículo for adesivado, o uso será “particular”.

Além disso, nos carros adesivados utilizados para transporte de partidários (ou cabo eleitorais), o enquadramento do uso no cotador deverá ser “Lotação”, pois se trata de risco mais gravoso que os “fins publicitários”.

Veículos adesivados com propaganda política não poderão contratar a garantia adicional de Equipamento para Pilotagem. Assim, em caso de sinistro, a adesivação não será reparada.

Também não haverá cobertura para o equipamento de som utilizado em campanha político no veículo.

Na HDI, ao seguro só é aceito quando o veículo é do próprio candidato ou quando estiver sendo utilizado a serviço do diretório do partido em comícios, carreatas ou para transporte de pessoas e materiais de apoio, sendo imprescindível o enquadramento como “uso comercial”.

Para os casos de segurado que usam o carro apenas para adesivos que demonstrem sua preferência partidária, mantendo sua rotina de deslocamento normal, pode ser mantido o enquadramento como “locomoção diária”.

A HDI não aceita veículos de campanha partidária que são utilizados como carro de som para divulgação de candidatos.


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PLANOS DE SAÚDE SUSPENSOS

Venda de 23 planos de saúde de oito operadoras é suspensa a partir de hoje

A partir desta sexta-feira (9), estão suspensas temporariamente as vendas de 23 planos de saúde de oito operadoras. A determinação é da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), por causa de reclamações dos clientes –entre elas, demora no atendimento, pedidos de consultas e exames negados e queixas sobre a cobertura do plano.

As empresas afetadas e os planos com a venda suspensa são:

Salutar Saúde Seguradora S/A: Salutar Clássico Empresarial Enfermaria Sem Co-Participação ou Franquia; Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia; Salutar 600. Federação das Sociedades Cooperativas de Trabalho Médico do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima: Novo Univida II Enfermaria; Univida Empresarial III Apartamento~; Univida Coletivo por Adesão I Enfermaria com Obstetrícia. Unimed Norte/Nordeste – Federação Interfederativa das Sociedades Cooperativas de Trabalho Médico: Empresarial PP Especial, Coletivo por Adesão Enfermaria; Empresarial PP Apartamento RLE; Coletivo por Adesão; Univida Especial Empresarial Ambulatório + Hospital com Obstetrícia. Unimed Rondônia – Cooperativa de Trabalho Médico: Plano Básico sem Obstetrícia com Co-participação Local Ind.; Adesão, Especial com Obstetrícia; Plano Básico sem Obstetrícia com Co-participação Local Ind.; Adesão, Especial com Obstetrícia; Plano Especial com Obstetrícia sem Co-participação. Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda: Assefaz Safira Apartamento; Assefaz Rubi Apartamento Empresarial; Plano do Empregado Assefaz. Unihosp Saúde S.A.: Master IV Enfermaria Jardim América Saúde Ltda.: Esmeralda Individual; Topázio Individual; América Ind QC GR Mun Copar; América Ind Qc Gr Mun Copar sem Obstetrícia. Ribeiro & Silva Plano Odontológico Ltda. EPP: Personnalité Platinum Particular. A lista com todos os planos suspensos também pode ser acessada no site da ANS: http://zip.net/brp9ZJ (endereço encurtado e seguro).

As operadoras não haviam retornado o contato até esta sexta-feira para comentar a suspensão dos planos.

Empresas podem ser multadas Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 250 mil.

Se melhorarem o serviço prestado e tiverem redução do número de reclamações, as operadoras poderão ter a comercialização liberada no próximo ciclo, daqui a três meses, de acordo com a ANS.

Clientes atuais não são afetados Os planos de saúde suspensos têm, juntos, cerca de 167 mil clientes, segundo a ANS. Para esses clientes, a assistência será mantida.

O objetivo da medida é impedir novas contratações e, ao mesmo tempo, garantir o atendimento desses beneficiários, uma vez que as operadoras terão de resolver os problemas para que possam receber novos clientes.

No período de 1º de abril a 30 de junho, a ANS recebeu 13.571 reclamações em seus canais de atendimento.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

PLANO SAÚDE x RESCISÃO

Projeto de lei apresentado pelo deputado Rodrigo Martins (PSB-PI) estabelece que a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato de planos ou seguro saúde, salvo por fraude ou não pagamento da mensalidade por período superior a sessenta dias consecutivos, no mesmo ano de vigência do contrato, terá que ser precedida de um comunicado ao consumidor até o 50º dia da inadimplência.

O parlamentar lembra que, pelas regras atuais, a suspensão ou rescisão é possível por não pagamento da mensalidade por período de sessenta dias, sendo consecutivos ou não, durante os últimos doze meses de vigência do contrato, ficando o usuário obrigado a cumprir novamente carência em virtude de novo contrato. “Assim, o cidadão está recebendo penalização dupla: os juros pelo atraso no pagamento da mensalidade e cumprimento de outra carência”, adverte o deputado.

Na avaliação dele, com a crise que o país atravessa, muitas famílias sobrevivem fazendo rodízio mensal das despesas, o que não caracteriza má fé. “Dessa forma, há que se alterar essa lei, desautorizando a contagem de 60 dias de maneira não ininterrupta, uma vez que a mora cobrada já possui natureza compensatória em detrimento daqueles que pagaram pontualmente, não sendo justo mais uma sanção cominando no constrangimento supracitado”, observa, acrescentando ainda que plano ou seguro saúde não é “questão de extravagância no Brasil, mas sim de necessidade básica para a sobrevivência pessoal e de seus dependentes, não podendo o estado continuar tutelando tal procedimento abusivo”.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

RECUSA DA SEGURADORA

Seguradora deve informar consumidor sobre recusa no contrato.

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5541/16. O projeto obriga as empresas fornecedoras de seguros a informar ao consumidor o motivo da recusa na contratação do seguro no prazo máximo de 48 horas. O prazo começará a ser contado a partir do prazo solicitado pela seguradora para avaliação da proposta de seguro.

“O direito da seguradora de recusar a contratação é legítimo. Porém, o consumidor possui o direito de saber o porquê da recusa da seguradora”, afirma o autor da proposta, deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Pela proposta, a obrigação vale para as seguradoras que atuam nos ramos de seguro para cobertura de riscos sobre quaisquer tipos de bens, sejam móveis ou imóveis.

A informação deverá ser prestada por escrito ao consumidor. É permitido o envio de mensagem para endereço eletrônico comprovadamente fornecido por ele.

O descumprimento da medida sujeitará os infratores às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que vão desde multa à interdição do estabelecimento.

Tramitação

De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

POKEMON GO

Qual seguro escolher para proteger seu smartphone enquanto joga Pokémon GO?

Desde o anúncio de Pokémon GO, no início do ano, a segurança de seus jogadores era uma preocupação. Afinal, andar por aí com um smartphone na mão não é a coisa mais recomendada do mundo e muitos temiam que essa exposição causada pelas caçadas Pokémon resultasse em um aumento no número de assaltos. E esse temor acabou se confirmando com o lançamento norte-americano, no último mês, quando começamos a ver várias notícias de pessoas que tiveram seus celulares roubados enquanto estavam na rua em busca de novos monstrinhos.

Porém, esse medo agora é algo ainda mais próximo de nós, já que o game finalmente foi lançado por aqui e o número de jogadores nas ruas brasileiras é imenso. Tanto que já tivemos notícias de ocorrências em várias cidades do Brasil, o que vem deixando muita gente preocupada de verdade. Afinal, se já era perigoso andar por aí prestando muita atenção, imagina quando toda a sua concentração está naquela telinha?

Para contornar esse problema e poder sair em jornada sem preocupações, muita gente tem optado por contratar um serviço de seguro para se proteger de qualquer eventualidade.

Faça uma simulação sem compromisso on line.

CÁLCULO ON-LINE

quarta-feira, 6 de julho de 2016

DIABETES

Mais de 70% dos diabéticos não sabem que têm a doença, aponta estudo.

Levantamento mostra que os níveis de desconhecimento são mais altos entre jovens das gerações Y e Z

A pesquisa descobriu que mais de 70% das pessoas impactadas por diabetes mellitus desconhecem possuir a doença. O estudo, que analisou mais de 40 mil segurados, encontrou índices significativos de diferença entre os respondentes que reportaram hiperglicemia (587 pessoas) e os que apresentaram a condição em testes realizados (1.960 pessoas). Esse cenário, observado em todas as faixas etárias pesquisadas, torna ainda mais importante a conscientização das pessoas quanto à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença, que pode trazer complicações graves de saúde, como cegueira, insuficiência renal, amputações e riscos cardiovasculares, se não for controlada.

De acordo com o Estudo Saúde Ativa – Gerações, as gerações Y (24 a 37 anos) e Z (até 23 anos) apresentam o maior índice de desconhecimento da doença, com percentuais, respectivamente, de 0,5% de casos relatados versus 3,3% encontrados, e de 0,3% relatados versus 2% encontrados. Na geração X, que considera adultos de 38 a 49 anos, essa diferença também é alta, já que apenas 2% relataram ter a doença, embora 6,3% tenham apresentado sintomas da patologia. A geração Baby Boomers, constituída por adultos de 50 a 68 anos, também apresenta um índice significativo de desconhecimento da doença: somente 8,2% declararam possuir a disfunção crônica, enquanto 12,9% apresentaram índices de glicemia acima do tolerado nos testes.

“Os resultados desta pesquisa reforçam a importância da realização dos exames de rotina em todas as faixas etárias. O diabetes pode atingir alto nível de cronicidade em pouco tempo, acarretando riscos graves para a saúde do indivíduo, se não for identificado e monitorado a tempo. Uma atitude preventiva, que inclui bons hábitos de saúde e acompanhamento médico, sempre é o melhor caminho para a qualidade de vida”, explica o médico e superintendente de Gestão de Saúde Populacional da SulAmérica, Gentil Alves.

O diabetes é uma disfunção metabólica crônica resultante da falta de insulina (hormônio produzido pelo pâncreas) e/ou da incapacidade desta de exercer adequadamente seus efeitos. Além disso, pode ser causado por fatores genéticos ou em decorrência de maus hábitos, como uma dieta desequilibrada e a falta de exercícios físicos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a quantidade de diabéticos no mundo passou de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014. Ainda segundo a entidade, os níveis elevados de açúcar no sangue são responsáveis pela morte de 3,7 milhões de pessoas por ano. No Brasil, o Ministério da Saúde instituiu em 26 de junho o Dia Nacional do Diabetes, como forma de chamar a atenção para o combate à doença.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

MARITIMA MUDA NOME PARA SOMPO

Yasuda Marítima muda nome para Sompo Seguros S.A. e conclui alinhamento com Grupo global

Iniciativa consolida estratégia de alinhamento da companhia com a marca global do segmento de seguros, que conta com presença nos cinco continentes. Maior operação do grupo fora do Japão, expectativa é de crescimento da ordem de 20% no Brasil em 2016

A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – acaba de dar o passo definitivo no processo de integração da companhia com o grupo global de origem japonesa. A partir de hoje, 1º de julho, a companhia muda sua razão social para Sompo Seguros S.A. e assume nome e marca alinhados com os da multinacional da qual é subsidiária.

Com isso, a Sompo Seguros S.A. assume a identidade de um grupo presente nos cinco continentes, mais de 20 milhões de clientes ao redor do globo e um faturamento de mais de 2.552 bilhões de ienes (cerca de R$ 81 bilhões). O Brasil é a maior operação do grupo fora do Japão, com um faturamento de R$ 2,7 bilhões em 2015.

Expectativas

A nova identidade da companhia faz parte dos planos de expansão da operação brasileira. Para atingir a meta de alcançar um crescimento médio anual de 20% até o ano de 2020, a companhia já fez investimentos em tecnologia, que propiciarão ganho em termos de eficiência e economia de recursos, bem como a melhoria nos processos de subscrição implantados durante o ano de 2015.

A Sompo Seguros S.A. também tem uma programação de lançamentos de produtos em diversos segmentos, a exemplo de Automóvel, Empresariais e Transportes. A companhia já vem com o processo de incremento no leque de produtos e, desde Novembro de 2015, acrescentou sete produtos nos ramos Affinitty (Seguro Viagem), Automóvel (Auto Supremo), Empresarias (Escolas e Clínicas e Consultórios), Vida (Vida Top Mulher), Transportes (Siga Bem Seguro – Transportador e Siga Bem Seguro – Embarcador). A empresa tem como objetivo realizar uma oferta cada vez mais personalizada para os clientes e por isso tem incluído em seu catálogo produtos diferenciados.

Atuação Global

O Grupo Sompo conta com uma rede global de negócios que abrange 32 países em regiões da Europa, Oriente Médio, África, América do Norte, Central e América do Sul, Ásia e Oceania. O Brasil é a maior operação do Grupo fora do Japão. No Japão, a companhia atua não só na área de seguros, mas também em outros serviços financeiros e serviços de assistência que complementam a experiência positiva do segurado junto ao segmento. O grupo vem crescendo organicamente e também por aquisições de negócios fora do Japão. O crescimento do ano fiscal de 2015 foi de 1,8%, para um faturamento de mais de 2.552 bilhões de ienes.

Histórico

O processo para adoção da nova identidade da Sompo Seguros S.A. teve início em 2009, quando a Marítima Seguros, uma companhia fundada em Santos (SP) há mais de 70 anos, vendeu 50% de sua participação acionária à Yasuda Seguros, que atuava no Brasil desde 1959 e era subsidiária do Grupo Sompo Japan (hoje, Grupo Sompo Holdings). No início de 2013, o Grupo Sompo, por intermédio da Yasuda Seguros S.A., aumentou sua participação, assumindo o controle acionário da Marítima Seguros S.A. Já em abril de 2014, a companhia obteve a aprovação prévia da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, para se incorporar, passando a se chamar Yasuda Marítima Seguros. A aprovação final do órgão regulador foi concedida e publicada no dia 7 de outubro de 2014. Após conclusão do processo de integração houve a decisão pela mudança da marca para Sompo Seguros S.A., já autorizada pela SUSEP e que vale a partir de 1º de Julho de 2016.

Francisco Caiuby Vidigal Filho, Diretor-Presidente da Yasuda Marítima:

“A nova identidade reflete o atual posicionamento da companhia no Brasil, muito alinhada aos objetivos do grupo em escala global. Pretendemos ser a seguradora preferida na escolha dos clientes, desenvolvermos nossas estratégias de crescimento sustentável, sermos líderes em termos de qualidade, aumentar participação no mercado de Seguros, além de obtermos reconhecimentos sociais relevantes, como estarmos entre as melhores empresas para se trabalhar”.

Sobre a SOMPO Seguros S.A.

A Sompo Seguros S.A. é uma empresa do Grupo Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguros, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, que está no Brasil desde 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Transportes, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, Empresariais Segmentados, Riscos Diversos, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras.

O Grupo Sompo Holdings tem sua origem no Japão, atua há 128 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

AUTO - SEGUROS MAIS CAROS E BARATOS

O preço do seguro é uma das informações mais importantes na hora da compra de um carro. Muitas pessoas acreditam que, quanto mais caro um veículo, maior será o valor da apólice. Mas na prática não é bem assim – carros com preços semelhantes podem ter um valor de seguro bastante diferente. Entre as características que as empresas levam em conta na hora de calcular o seguro estão a dificuldade de encontrar as peças, se o modelo tem índice de roubo elevado e o perfil do motorista, entre outros. Por isso mesmo um carro de entrada pode acabar com um custo de seguro proporcionalmente mais alto do que um modelo de luxo, por exemplo.

Com base em um perfil único de condutor (homem, casado, 35 anos e morador da zona sul de SP, com cinco anos de CNH e sem classe de bônus), pesquisamos o valor do seguro de todos os veículos 0 km à venda no país até R$ 300 mil. Foram mais de 200 carros, em 14 categorias. A lista foi criada a partir do valor médio do seguro, levando em conta o preço médio do carro. Por exemplo: o JAC T5, que custa R$ 59.990, tem um seguro que representa 10,8% do seu preço (R$ 6.466,00).

Veja a lista dos dez seguros mais caros do Brasil:


Veja quais são os seguros mais baratos do Brasil:




PROTEÇÃO VEÍCULAR NÃO É SEGURO - CUIDADO

Editora Abril ignora alerta da Susep e propaga Seguro Pirata em suas principais publicações
20/06/2016 / Fonte: CQCS.

Os alertas feitos pela Susep, pela Fenacor e pelos Corretores de Seguros parecem não ter sensibilizado a Editora Abril.

Veiculada na edição de maio da revista Quatro Rodas, a reportagem

“Negócio entre amigos” voltou a ser publicada nos sites das revistas Veja, Exame e da própria Quatro Rodas.

No caso da Exame, o título foi alterado para “Tentar baratear o seguro do carro pode sair caro”, mas o conteúdo da matéria seguiu o mesmo.

O fato ocorre duas semanas após a Susep enviar mensagem à Editora rebatendo tópicos da reportagem publicada na edição n° 682 do referido veículo, em maio, abordando as chamadas “proteções veiculares”, a qual gerou forte reação entre os corretores de seguros.

Na mensagem, o titular da Susep, em nome da autarquia, alerta que essas “proteções veiculares” se constituem em operações não reconhecidas pela legislação vigente e “podem trazer prejuízos ao público leitor da revista e consumidores de seguros de forma geral.

Leia aqui as cartas enviadas pela Susep e pela Fenacor ao redator-chefe da revista Quatro Rodas, Zeca Chaves.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

SEGURO BARATO

Não existe seguro barato. Existe seguro bem feito !

A 3ª Vara Cível de Guarapari (ES) condenou o Clube de Assistência Emergencial de São Paulo a pagar R$ 80 mil a um cliente que teve seu carro roubado em novembro de 2013 e não recebeu o devido ressarcimento. Segundo a juíza, essa associação “desonrou os compromissos firmados no contrato.

Do valor total a ser pago, R$ 74,9 mil são referentes ao ressarcimento material (equivalente ao preço do automóvel furtado) e R$ 5 mil aos danos de ordem moral.
Vale destacar que o texto da matéria publicada no site do Tribunal de Justiça do Espírito Santo com o título “Roubo de veículo: homem indenizado em quase R$ 80 mil”, demonstra que até mesmo no Judiciário essas associações que comercializam a chamada “proteção veicular” são confundidas com seguradoras. Um trecho da reportagem informa que “os maus serviços prestados por uma seguradora de veículos acabaram por render quase R$ 80 mil de indenizações a uma cliente que teve seu carro roubado em novembro de 2013.

Em várias outras partes da matéria, o autor do texto refere-se ao produto comercializado pela associação punida como “seguro”.

Outro detalhe que chama a atenção foi a alegação da associação punida, que se limitou a dizer que a relação com o cliente era apenas de associativismo e que, dessa forma, estava isenta de cumprir com qualquer contrato de seguro ou de prestação de serviços.


terça-feira, 14 de junho de 2016

SMARTPHONE SEGURO

Estudo aponta que seguro para smartphones Samsung pode ser até 46% mais barato entre seguradoras.

Um estudo comparativo sobre o preço de seguros para cinco modelos de smartphones da Samsung aponta que a corretora online Bem Mais Seguro, é a que apresenta o custo mais baixo em todos os modelos. A diferença pode chegar até a 46%, no caso do Galaxy S5, por exemplo.

Os outros modelos comparados foram os Galaxys A5 SM-A500M, J5 Duos 16 Gb, S6 32 Gb e o S5 Mini Duos G800. Os custos dos aparelhos considerados para o estudo variam entre R$799 e R$2.600, enquanto os preços dos seguros vão de R$142,68 a R$413,07.

Nas coberturas de seguro para celular, o pacote mais completo cobre roubo ou furto qualificado (que se dá pela ação de subtrair coisa alheia com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa), Quebra Acidental, Oxidação (queda de líquidos) e Chamadas Não Autorizadas, realizadas com o aparelho furtado. O furto simples não é coberto. O seguro de celular prevê pagamento de franquia e só pode ser feito em aparelhos com até 12 meses.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

SEGURO RESIDÊNCIA

O brasileiro não é afeito a contratações de seguros residenciais da mesma maneira que fazem com os veículos automotores. Esta cultura pode encontrar várias explicações tais como: a paixão que temos por carros e pela vulnerabilidade que este bem apresenta diante de um possível sinistro.

Fato é que, apesar de um notável crescimento no setor de seguros residenciais, em comparação com os seguros de veículos conforme acima mencionado tem apelo consideravelmente maior.

Alguns dos fatores pelos quais o seguro residencial não tem a mesma popularidade vem do fato da maioria das pessoas ignorar o procedimento contratual, custo e sua cobertura. Existem pessoas, inclusive, que imaginam um custo alto do prêmio e não admitem sequer conhecer o produto.

Contudo, essa ideia é completamente equivocada, pois o seguro residencial tem uma relação custo-benefício superior ao seguro de veículo senão, vejamos:

Imagine-se morando em uma residência com grande incidência de vendavais, alagamentos ou que exista instabilidade no fornecimento de energia elétrica. Nesses casos, em caso de sinistro uma apólice pode cobrir a reposição de bens e até mesmo a eventual reconstrução do seu imóvel, há um custo de no máximo 1% do valor do bem contra uma variação de percentual de 3% e 9% do valor do veículo.


Acrescenta-se ainda que, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil, de acordo com as variações que as condições locais e do imóvel apresentarem, por exemplo: Se residem em um apartamento no vigésimo andar, certamente não precisará de cobertura para enchente.

O importante neste caso é ler atentamente o contrato para ter plena ciência das exceções impostas, a fim de que saiba exatamente quais os eventos que estão cobertos.

Há ainda outro motivo para contratar um seguro residencial: A assistência 24 horas que algumas apólices preveem. Este benefício para quem mora sozinho, inclusive, é extremamente interessante, pois os serviços são diversificados quanto encanador, faxineira, chaveiro, consultas em pet shop entre outros.

Apesar da boa relação custo-benefício que os seguros residenciais têm e também pelo conforto e benefícios que algumas apólices oferecem, alguns cuidados devem ser observados na contratação.

O valor segurado deve ser determinado em razão dos custos da reconstrução e reposição de bens que possam ser roubados ou danificados e não tomando como referencial o valor do imóvel, pois ainda que o bem esteja completamente destruído o segurado é proprietário de um terreno, cujo valor não será indenizado.

Várias outras nuances devem ser conhecidas antes da contratação de um seguro residencial, tais como: Diferença entre os valores dos prêmios do apartamento e casa, sendo este mais caro, tendo em vista a condição mais vulnerável aos eventos; seguro de casa veraneio menos em conta do que a habitual; O tipo de construção, se de madeira ou alvenaria, onde a primeira deixa a casa mais suscetível a reparos do que a outra e por fim a localização que indicará o tipo de evento sujeito a alcançar aquele imóvel.

Decerto, prevenir é sempre o melhor remédio e dispor de mecanismos que possam proteger o investimento feito, às vezes de uma vida, evitam dissabores e arrependimentos futuros perfeitamente sanáveis e a um custo ínfimo considerando o possível sinistro.

Leia atentamente a apólice, saiba exatamente quais são as suas coberturas e benefícios consequentes e aproveite o bem com saúde!

Por Jansen Oliveira

sexta-feira, 10 de junho de 2016

SEGURO EM ALTA

Aumento de furtos e roubos encarece seguro em até 84%

Crimes crescem 45% só no primeiro trimestre em BH e fazem custos das seguradoras dispararem.

No período entre outubro de 2015 e abril de 2016, o preço médio do seguro de um Toyota Corolla subiu 84%, o de um Onix, da Chevrolet, está 55% mais alto, e o do HB20, da Hyundai, sofreu uma elevação média de 27%. Para especialistas, os valores que ultrapassam muito a inflação acumulada do período, que foi de 6,15%, são explicados, principalmente, pelo aumento de roubos e furtos de veículos. Apenas em Belo Horizonte, esses crimes subiram 45% no primeiro trimestre de 2016, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o último levantamento realizado pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Na média de todos os modelos de veículos leves, a alta dos seguros no período de um ano, terminado em abril, foi de 25%.