quarta-feira, 29 de junho de 2016

AUTO - SEGUROS MAIS CAROS E BARATOS

O preço do seguro é uma das informações mais importantes na hora da compra de um carro. Muitas pessoas acreditam que, quanto mais caro um veículo, maior será o valor da apólice. Mas na prática não é bem assim – carros com preços semelhantes podem ter um valor de seguro bastante diferente. Entre as características que as empresas levam em conta na hora de calcular o seguro estão a dificuldade de encontrar as peças, se o modelo tem índice de roubo elevado e o perfil do motorista, entre outros. Por isso mesmo um carro de entrada pode acabar com um custo de seguro proporcionalmente mais alto do que um modelo de luxo, por exemplo.

Com base em um perfil único de condutor (homem, casado, 35 anos e morador da zona sul de SP, com cinco anos de CNH e sem classe de bônus), pesquisamos o valor do seguro de todos os veículos 0 km à venda no país até R$ 300 mil. Foram mais de 200 carros, em 14 categorias. A lista foi criada a partir do valor médio do seguro, levando em conta o preço médio do carro. Por exemplo: o JAC T5, que custa R$ 59.990, tem um seguro que representa 10,8% do seu preço (R$ 6.466,00).

Veja a lista dos dez seguros mais caros do Brasil:


Veja quais são os seguros mais baratos do Brasil:




PROTEÇÃO VEÍCULAR NÃO É SEGURO - CUIDADO

Editora Abril ignora alerta da Susep e propaga Seguro Pirata em suas principais publicações
20/06/2016 / Fonte: CQCS.

Os alertas feitos pela Susep, pela Fenacor e pelos Corretores de Seguros parecem não ter sensibilizado a Editora Abril.

Veiculada na edição de maio da revista Quatro Rodas, a reportagem

“Negócio entre amigos” voltou a ser publicada nos sites das revistas Veja, Exame e da própria Quatro Rodas.

No caso da Exame, o título foi alterado para “Tentar baratear o seguro do carro pode sair caro”, mas o conteúdo da matéria seguiu o mesmo.

O fato ocorre duas semanas após a Susep enviar mensagem à Editora rebatendo tópicos da reportagem publicada na edição n° 682 do referido veículo, em maio, abordando as chamadas “proteções veiculares”, a qual gerou forte reação entre os corretores de seguros.

Na mensagem, o titular da Susep, em nome da autarquia, alerta que essas “proteções veiculares” se constituem em operações não reconhecidas pela legislação vigente e “podem trazer prejuízos ao público leitor da revista e consumidores de seguros de forma geral.

Leia aqui as cartas enviadas pela Susep e pela Fenacor ao redator-chefe da revista Quatro Rodas, Zeca Chaves.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

SEGURO BARATO

Não existe seguro barato. Existe seguro bem feito !

A 3ª Vara Cível de Guarapari (ES) condenou o Clube de Assistência Emergencial de São Paulo a pagar R$ 80 mil a um cliente que teve seu carro roubado em novembro de 2013 e não recebeu o devido ressarcimento. Segundo a juíza, essa associação “desonrou os compromissos firmados no contrato.

Do valor total a ser pago, R$ 74,9 mil são referentes ao ressarcimento material (equivalente ao preço do automóvel furtado) e R$ 5 mil aos danos de ordem moral.
Vale destacar que o texto da matéria publicada no site do Tribunal de Justiça do Espírito Santo com o título “Roubo de veículo: homem indenizado em quase R$ 80 mil”, demonstra que até mesmo no Judiciário essas associações que comercializam a chamada “proteção veicular” são confundidas com seguradoras. Um trecho da reportagem informa que “os maus serviços prestados por uma seguradora de veículos acabaram por render quase R$ 80 mil de indenizações a uma cliente que teve seu carro roubado em novembro de 2013.

Em várias outras partes da matéria, o autor do texto refere-se ao produto comercializado pela associação punida como “seguro”.

Outro detalhe que chama a atenção foi a alegação da associação punida, que se limitou a dizer que a relação com o cliente era apenas de associativismo e que, dessa forma, estava isenta de cumprir com qualquer contrato de seguro ou de prestação de serviços.


terça-feira, 14 de junho de 2016

SMARTPHONE SEGURO

Estudo aponta que seguro para smartphones Samsung pode ser até 46% mais barato entre seguradoras.

Um estudo comparativo sobre o preço de seguros para cinco modelos de smartphones da Samsung aponta que a corretora online Bem Mais Seguro, é a que apresenta o custo mais baixo em todos os modelos. A diferença pode chegar até a 46%, no caso do Galaxy S5, por exemplo.

Os outros modelos comparados foram os Galaxys A5 SM-A500M, J5 Duos 16 Gb, S6 32 Gb e o S5 Mini Duos G800. Os custos dos aparelhos considerados para o estudo variam entre R$799 e R$2.600, enquanto os preços dos seguros vão de R$142,68 a R$413,07.

Nas coberturas de seguro para celular, o pacote mais completo cobre roubo ou furto qualificado (que se dá pela ação de subtrair coisa alheia com destruição ou rompimento de obstáculo à subtração da coisa), Quebra Acidental, Oxidação (queda de líquidos) e Chamadas Não Autorizadas, realizadas com o aparelho furtado. O furto simples não é coberto. O seguro de celular prevê pagamento de franquia e só pode ser feito em aparelhos com até 12 meses.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

SEGURO RESIDÊNCIA

O brasileiro não é afeito a contratações de seguros residenciais da mesma maneira que fazem com os veículos automotores. Esta cultura pode encontrar várias explicações tais como: a paixão que temos por carros e pela vulnerabilidade que este bem apresenta diante de um possível sinistro.

Fato é que, apesar de um notável crescimento no setor de seguros residenciais, em comparação com os seguros de veículos conforme acima mencionado tem apelo consideravelmente maior.

Alguns dos fatores pelos quais o seguro residencial não tem a mesma popularidade vem do fato da maioria das pessoas ignorar o procedimento contratual, custo e sua cobertura. Existem pessoas, inclusive, que imaginam um custo alto do prêmio e não admitem sequer conhecer o produto.

Contudo, essa ideia é completamente equivocada, pois o seguro residencial tem uma relação custo-benefício superior ao seguro de veículo senão, vejamos:

Imagine-se morando em uma residência com grande incidência de vendavais, alagamentos ou que exista instabilidade no fornecimento de energia elétrica. Nesses casos, em caso de sinistro uma apólice pode cobrir a reposição de bens e até mesmo a eventual reconstrução do seu imóvel, há um custo de no máximo 1% do valor do bem contra uma variação de percentual de 3% e 9% do valor do veículo.


Acrescenta-se ainda que, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil, de acordo com as variações que as condições locais e do imóvel apresentarem, por exemplo: Se residem em um apartamento no vigésimo andar, certamente não precisará de cobertura para enchente.

O importante neste caso é ler atentamente o contrato para ter plena ciência das exceções impostas, a fim de que saiba exatamente quais os eventos que estão cobertos.

Há ainda outro motivo para contratar um seguro residencial: A assistência 24 horas que algumas apólices preveem. Este benefício para quem mora sozinho, inclusive, é extremamente interessante, pois os serviços são diversificados quanto encanador, faxineira, chaveiro, consultas em pet shop entre outros.

Apesar da boa relação custo-benefício que os seguros residenciais têm e também pelo conforto e benefícios que algumas apólices oferecem, alguns cuidados devem ser observados na contratação.

O valor segurado deve ser determinado em razão dos custos da reconstrução e reposição de bens que possam ser roubados ou danificados e não tomando como referencial o valor do imóvel, pois ainda que o bem esteja completamente destruído o segurado é proprietário de um terreno, cujo valor não será indenizado.

Várias outras nuances devem ser conhecidas antes da contratação de um seguro residencial, tais como: Diferença entre os valores dos prêmios do apartamento e casa, sendo este mais caro, tendo em vista a condição mais vulnerável aos eventos; seguro de casa veraneio menos em conta do que a habitual; O tipo de construção, se de madeira ou alvenaria, onde a primeira deixa a casa mais suscetível a reparos do que a outra e por fim a localização que indicará o tipo de evento sujeito a alcançar aquele imóvel.

Decerto, prevenir é sempre o melhor remédio e dispor de mecanismos que possam proteger o investimento feito, às vezes de uma vida, evitam dissabores e arrependimentos futuros perfeitamente sanáveis e a um custo ínfimo considerando o possível sinistro.

Leia atentamente a apólice, saiba exatamente quais são as suas coberturas e benefícios consequentes e aproveite o bem com saúde!

Por Jansen Oliveira

sexta-feira, 10 de junho de 2016

SEGURO EM ALTA

Aumento de furtos e roubos encarece seguro em até 84%

Crimes crescem 45% só no primeiro trimestre em BH e fazem custos das seguradoras dispararem.

No período entre outubro de 2015 e abril de 2016, o preço médio do seguro de um Toyota Corolla subiu 84%, o de um Onix, da Chevrolet, está 55% mais alto, e o do HB20, da Hyundai, sofreu uma elevação média de 27%. Para especialistas, os valores que ultrapassam muito a inflação acumulada do período, que foi de 6,15%, são explicados, principalmente, pelo aumento de roubos e furtos de veículos. Apenas em Belo Horizonte, esses crimes subiram 45% no primeiro trimestre de 2016, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o último levantamento realizado pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Na média de todos os modelos de veículos leves, a alta dos seguros no período de um ano, terminado em abril, foi de 25%.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

RESPONSABILIDADE CIVIL




Atualmente o Brasil possui uma frota com cerca de 70 milhões de automóveis e, a cada ano, são aproximadamente três milhões de novos veículos em circulação. Todo crescimento pode apresentar consequências e, com mais carros nas ruas, aumenta também o número de acidentes. Hoje, o número de vítimas de trânsito cresce cinco vezes mais do que a frota de veículos e, de acordo com informações do DPVAT, no país, ocorre aproximadamente um acidente com danos pessoais a cada 30 segundos.

O impacto que um acidente com danos corporais pode causar é um assunto bastante delicado. Por esse motivo, é fundamental que o motorista esteja preparado para qualquer tipo de incidente, pois tem a responsabilidade legal de indenizar os danos causados a eventuais vítimas e os custos envolvidos são geralmente altos.

Em casos envolvendo lesões, por exemplo, são considerados custos hospitalares, cirurgias, centros de recuperação, fisioterapia, tratamentos, equipamentos ortopédicos, home care, entre outras despesas. Em casos de invalidez ou morte, a indenização aos familiares e dependentes considera expectativa de vida da vítima, idade, renda mensal e número de dependentes, entre outras despesas. É preciso levar em consideração também o quanto são altos os custos dos tratamentos de saúde no país, principalmente se for necessária alguma cirurgia para casos mais graves.

Para ter mais tranquilidade em relação a possíveis acidentes, quando o motorista contrata o Seguro Itaú Auto, por exemplo, ele já conta com a garantia de RCF inclusa na apólice, com a cobertura de R$ 50 mil para danos corporais e também para danos materiais a terceiros. No entanto, na maioria das vezes, o valor da cobertura não é suficiente para cobrir as altas despesas que podem surgir num eventual acidente. É nesse ponto que uma boa proteção faz a diferença, e, por isso, é importante sempre avaliar se o valor da cobertura está de acordo, já que, com um pequeno investimento adicional no valor do seguro, é possível aumentar consideravelmente o valor da indenização. Veja abaixo alguns exemplos que mostram a importância de contratar uma extensão da cobertura de RCF:

A economia que o segurado pode ter

Casos concretos exemplificam o impacto financeiro da adesão à cobertura de RCF:


Caso 1

A vítima foi um homem de 26 anos, que trabalhava como motorista profissional com renda mensal de R$ 2 mil. O acidente infelizmente ocasionou a amputação de sua mão. O judiciário determinou que fosse pago à vítima uma indenização de R$ 228 mil. O responsável tinha seguro de automóvel com cobertura de danos a terceiros no valor de apenas R$ 50 mil. Por isso, teve que arcar com a diferença de R$ 178 mil.

Caso 2
Em outro exemplo, a vítima era um mestre de obras de 52 anos, com uma renda mensal de R$ 3,5 mil. Ele veio a falecer e deixou a mulher e dois filhos menores. O juiz determinou uma indenização à família da vítima de mais de R$ 260 mil. Neste caso, o motorista tinha seguro com danos a terceiros no valor de R$ 300 mil. Portanto, teve condições de arcar integralmente com as responsabilidades perante essa família.

terça-feira, 7 de junho de 2016

PLANOS DE SAÚDE SUSPENSOS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga nesta sexta-feira (03/06) a lista de planos de saúde que terão a comercialização suspensa em função de reclamações relativas à cobertura assistencial, como negativa e demora no atendimento.

A partir de 10/06/2016, oito operadoras terão que suspender temporariamente a comercialização de 35 planos de saúde. A medida faz parte do monitoramento periódico realizado pela reguladora pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento.

No período de 01/01 a 31/03/2016, a ANS recebeu 14.589 reclamações em seus canais de atendimento. Desse total, 12.022 queixas foram consideradas para análise pelo programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento.

Os planos de saúde suspensos possuem, juntos, 272 mil beneficiários. Estes clientes continuam a ter a assistência regular a que têm direito, ficando protegidos com a medida, uma vez que as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos beneficiários.

Das 8 operadoras com planos suspensos neste ciclo, 3 já tinham planos em suspensão no período anterior e 5 não constavam na última lista de suspensões. Paralelamente à suspensão, 7 operadoras poderão voltar a comercializar 35 produtos que estavam impedidos de serem vendidos. Isso acontece quando há comprovada melhoria no atendimento aos beneficiários. Das 7 operadoras, 5 foram liberadas para voltar a comercializar todos os produtos que estavam suspensos e 2 tiveram reativação parcial.

RELAÇÃO DAS OPERADORAS SUSPENSAS
  1. Acesse aqui a lista de planos com comercialização suspensa
  2. Acesse aqui a lista de operadoras com planos totalmente reativados
  3. Acesse aqui a lista de operadoras com planos parcialmente reativados
  4. Veja a classificação de todas as operadoras
  5. Veja a apresentação

sexta-feira, 3 de junho de 2016

CARROS MAIS ROUBADOS



Os dados do ranking são do IVR (Índice de Veículos Roubados) da Susep.

A Susep (Superintendência de Seguros Privados) divulga o IVR (Índice de Veículos Roubados), que é obtido pela divisão entre o número de ocorrências de roubo e furto e o total de unidades seguradas daquele modelo. Confira na galeria abaixo os 10 carros nacionais em produção mais visados pelos criminosos. Para evitar distorções no indicador, foram considerados apenas os modelos com mais de 10 mil unidades seguradas.

  1. Fiat Palio (apenas 1.0) Carros segurados: 221.352 Sinistros: 2.859 IVR: 1,292%
  2. Volkswagen Voyage Carros segurados: 116.050 Sinistros: 1.899 IVR: 1,636%
  3. Hyundai HB20 Carros segurados: 92.375 Sinistros: 1.155 IVR: 1,250%
  4. Fiat Siena (apenas 1.0) Carros segurados: 72.822 Sinistros: 1.128 IVR: 1,549%
  5. VW Gol (acima de 1.0) Roberto Assunção Carros segurados: 87.132 Sinistros: 1.132 IVR: 1,299%
  6. Fiat Palio (acima de 1.0) Carros segurados: 74.327 Sinistros: 1.118 IVR: 1,504%
  7. Fiat Weekend Carros segurados: 56.227 Sinistros: 922 IVR: 1,64%
  8. Fiat Siena (acima de 1.0) Carros segurados: 42.569 Sinistros: 698 IVR: 1,64%
  9. Volkswagen Golf Divulgação Carros segurados: 21.911 Sinistros: 283 IVR: 1,292%

quarta-feira, 1 de junho de 2016

TABAGISMO x JOVENS

Uma pesquisa da SulAmérica sobre comportamentos de saúde nas diferentes faixas etárias traz boas notícias. De acordo com o V Estudo Saúde Ativa – Gerações, o hábito de fumar tem apresentado queda significativa entre as gerações mais novas. Entre os entrevistados da geração Z, que contempla os nascidos a partir de 1991, 86% afirmaram nunca ter fumado. Com a proximidade do Dia Mundial Sem Tabaco, instituído em 31 de maio pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reacendem as discussões na sociedade sobre os males causados pelo tabagismo.

Segundo o levantamento, a incidência é muito superior entre os baby boomers, geração formada por nascidos entre 1946 e 1964, em que 48,1% dos entrevistados informaram já ter fumado em algum momento da vida. Nas gerações X (nascidos entre 1965 e 1976) e Y (entre 1977 e 1990), 71,6% e 78,8% dos participantes nunca fumaram, respectivamente.

O estudo traz ainda um recorte sobre ex-fumantes: entre os baby boomers, 35,6% fumaram e largaram o cigarro. Esse índice é de 18,2% na geração X; de 11,9% na geração Y, e de 6,8% entre os integrantes da geração Z.

“A queda no consumo do cigarro deve-se a uma mudança cultural e à maior facilidade de acesso à informação. Apesar da queda contínua no número de fumantes, o cenário continua preocupante e ainda exige investimentos em estratégias preventivas e de conscientização”, avalia o médico e superintendente de Gestão de Saúde Populacional da SulAmérica, Gentil Alves.

O tabagismo é considerado pela OMS a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por cerca de cinco milhões de mortes por doenças relacionadas ao tabaco por ano. Segundo a organização, o cigarro está relacionado a mais de 50 patologias, sendo responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica, 30% por diversos tipos de câncer, 25% por doença coronariana e 25% por doenças cerebrovasculares.

Sobre o V Estudo Saúde Ativa – Gerações

A pesquisa realizada pela SulAmérica traça o perfil de saúde das gerações Z (até 23 anos), Y (de 24 a 37 anos), X (de 38 a 49 anos) e baby boomers (de 50 a 68 anos), trazendo o recorte de informações coletadas por meio de dados dos participantes do Saúde Ativa, programa da companhia focado na prevenção e promoção à saúde e qualidade de vida. Em sua quinta edição, o levantamento analisou 43.641 questionários respondidos por segurados de 262 empresas em 13 capitais do país, de 2010 a 2013. A amostra, composta por 40% de mulheres e 60% de homens, considerou fatores como estresse, sedentarismo, consumo de álcool, tabagismo e doenças relatadas.