sexta-feira, 30 de setembro de 2016

SEGURO AUTO POPULAR - CUIDADO

Seguro Popular para Automóveis - Vale a pena ?

Se você pretende contratar um seguro para seu veículo somente levando em conta o preço, pode contar com produtos com valores bem baixos, mas cuidado ! Vale lembrar que estes seguros, em caso de dano parcial, usam peças não originais ou até mesmo recondicionadas para o conserto do seu veículo.

Fique atento para estes detalhes, pois o barato acaba saindo caro.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

$ SEGUROS NO BRASIL

O preço do seguros no Brasil pode variar mais de 70%.

 É o que aponta estudo com base em dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) referentes ao mês de agosto e utilizando o perfil de um homem de 35 anos, casado e sem filhos.

No caso do veículo mais vendido no País no mês passado – o Onix, da Chevrolet – o valor do seguro varia de R$ 1.729,95 em Belo Horizonte a R$ 2.765,91, em São Paulo, uma oscilação de 59,9%.

Mas, a oscilação é ainda maior no seguro para o Hyundai HB20 – segundo mais vendido em agosto – que custa R$ 3.950,07 em São Paulo e R$ 2.315,47, em Belo Horizonte, uma diferença de 70,6%.

A variação é expressiva também para quem for contratar um seguro para veículo da marca Ford Ka, terceiro mais emplacado em agosto. Neste caso, o preço vai de R$ 2.821,57 (São Paulo) a R$ 1.961,35 (Belo Horizonte), diferença de 43,8%.

Foram avaliados os dados de quatro capitais (São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre) e o Distrito Federal.

Na grande maioria dos casos, São Paulo tem os seguros mais caros do País e Belo Horizonte, os mais baratos.

Veja o quadro abaixo:

ModeloUnidades emplacadasValor do seguro em SPValor do seguro em BHValor do seguro em SalvadorValor do seguro em Porto AlegreValor do seguro em Brasília
Chevrolet Onix12422R$2.765,91R$1.729,95R$2.195,60R$2.650,57R$1.904,52
Hyundai HB2010.263R$3.950,07R$2.315,47R$2.743,66R$3.451,51R$2.398,12
Ford Ka7.043R$2.821,57R$1.961,35R$1.921,53R$2.465,24R$1.878,84
Fiat Palio6751R$3.321,42R$1.813,36R$1.951,03R$2.249,05R$1.675,79
Renault Sandero6657R$3.041,67R$1.467,71R$2.085,26R$2.576,94R$1.955,29
Toyota Corolla6030R$4.999,53R$3.763,94R$4.078,87R$5.276,11R$3.871,19
Fiat Strada6009R$8.451,51R$4.340,36R$5.064,08R$5.660,85R$3.892,78
Chevrolet Prisma5848R$3.548,21R$1.662,63R$2.287,45R$2.178,79R$1.862,29
HR-V4906R$4.374,61R$3.120,80R$3.510,56R$4.074,65R$2.799,15
Volkswagen Gol4525R$5.649,73R$2.569,69R$2.918,71R$3.481,85R$2.765,57

SEGURO x CAMPANHA POLÍTICA

Seguradoras tEm regras específicas para carros adesivados para campanha política.

Como fazer o seguro de carros particulares utilizados em campanha política?

CUIDADO ! Cada seguradora tem um posicionamento, mas, na maioria das vezes, a cobertura é admitida, desde que alguns requisitos sejam atendidos.

Na Liberty, por exemplo, nos casos de veículos com adesivos para demonstrar sua preferência partidária, o seguro pode ser feito se o segurado for o principal condutor. Contudo, a utilização deverá ser enquadrada como “comercial”.

Já quando o veículo for do próprio candidato ou quando estiver sendo utilizado a serviço do diretório do partido, trata-se de PEP (Pessoas Expostas Politicamente), risco sem aceitação na companhia.

Também não podem ser cobertos as picapes ou caminhões que tenham equipamentos de som ou que são usados para transportar pessoas.

Na SulAmérica, veículos adesivados (para campanhas políticas ou comerciais), em 50% ou mais do casco, devem ser enquadrados como o uso “Fins Publicitários”. Se apenas parte do veículo for adesivado, o uso será “particular”.

Além disso, nos carros adesivados utilizados para transporte de partidários (ou cabo eleitorais), o enquadramento do uso no cotador deverá ser “Lotação”, pois se trata de risco mais gravoso que os “fins publicitários”.

Veículos adesivados com propaganda política não poderão contratar a garantia adicional de Equipamento para Pilotagem. Assim, em caso de sinistro, a adesivação não será reparada.

Também não haverá cobertura para o equipamento de som utilizado em campanha político no veículo.

Na HDI, ao seguro só é aceito quando o veículo é do próprio candidato ou quando estiver sendo utilizado a serviço do diretório do partido em comícios, carreatas ou para transporte de pessoas e materiais de apoio, sendo imprescindível o enquadramento como “uso comercial”.

Para os casos de segurado que usam o carro apenas para adesivos que demonstrem sua preferência partidária, mantendo sua rotina de deslocamento normal, pode ser mantido o enquadramento como “locomoção diária”.

A HDI não aceita veículos de campanha partidária que são utilizados como carro de som para divulgação de candidatos.


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

PLANOS DE SAÚDE SUSPENSOS

Venda de 23 planos de saúde de oito operadoras é suspensa a partir de hoje

A partir desta sexta-feira (9), estão suspensas temporariamente as vendas de 23 planos de saúde de oito operadoras. A determinação é da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), por causa de reclamações dos clientes –entre elas, demora no atendimento, pedidos de consultas e exames negados e queixas sobre a cobertura do plano.

As empresas afetadas e os planos com a venda suspensa são:

Salutar Saúde Seguradora S/A: Salutar Clássico Empresarial Enfermaria Sem Co-Participação ou Franquia; Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia; Salutar 600. Federação das Sociedades Cooperativas de Trabalho Médico do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima: Novo Univida II Enfermaria; Univida Empresarial III Apartamento~; Univida Coletivo por Adesão I Enfermaria com Obstetrícia. Unimed Norte/Nordeste – Federação Interfederativa das Sociedades Cooperativas de Trabalho Médico: Empresarial PP Especial, Coletivo por Adesão Enfermaria; Empresarial PP Apartamento RLE; Coletivo por Adesão; Univida Especial Empresarial Ambulatório + Hospital com Obstetrícia. Unimed Rondônia – Cooperativa de Trabalho Médico: Plano Básico sem Obstetrícia com Co-participação Local Ind.; Adesão, Especial com Obstetrícia; Plano Básico sem Obstetrícia com Co-participação Local Ind.; Adesão, Especial com Obstetrícia; Plano Especial com Obstetrícia sem Co-participação. Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda: Assefaz Safira Apartamento; Assefaz Rubi Apartamento Empresarial; Plano do Empregado Assefaz. Unihosp Saúde S.A.: Master IV Enfermaria Jardim América Saúde Ltda.: Esmeralda Individual; Topázio Individual; América Ind QC GR Mun Copar; América Ind Qc Gr Mun Copar sem Obstetrícia. Ribeiro & Silva Plano Odontológico Ltda. EPP: Personnalité Platinum Particular. A lista com todos os planos suspensos também pode ser acessada no site da ANS: http://zip.net/brp9ZJ (endereço encurtado e seguro).

As operadoras não haviam retornado o contato até esta sexta-feira para comentar a suspensão dos planos.

Empresas podem ser multadas Além de terem a comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 250 mil.

Se melhorarem o serviço prestado e tiverem redução do número de reclamações, as operadoras poderão ter a comercialização liberada no próximo ciclo, daqui a três meses, de acordo com a ANS.

Clientes atuais não são afetados Os planos de saúde suspensos têm, juntos, cerca de 167 mil clientes, segundo a ANS. Para esses clientes, a assistência será mantida.

O objetivo da medida é impedir novas contratações e, ao mesmo tempo, garantir o atendimento desses beneficiários, uma vez que as operadoras terão de resolver os problemas para que possam receber novos clientes.

No período de 1º de abril a 30 de junho, a ANS recebeu 13.571 reclamações em seus canais de atendimento.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

PLANO SAÚDE x RESCISÃO

Projeto de lei apresentado pelo deputado Rodrigo Martins (PSB-PI) estabelece que a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato de planos ou seguro saúde, salvo por fraude ou não pagamento da mensalidade por período superior a sessenta dias consecutivos, no mesmo ano de vigência do contrato, terá que ser precedida de um comunicado ao consumidor até o 50º dia da inadimplência.

O parlamentar lembra que, pelas regras atuais, a suspensão ou rescisão é possível por não pagamento da mensalidade por período de sessenta dias, sendo consecutivos ou não, durante os últimos doze meses de vigência do contrato, ficando o usuário obrigado a cumprir novamente carência em virtude de novo contrato. “Assim, o cidadão está recebendo penalização dupla: os juros pelo atraso no pagamento da mensalidade e cumprimento de outra carência”, adverte o deputado.

Na avaliação dele, com a crise que o país atravessa, muitas famílias sobrevivem fazendo rodízio mensal das despesas, o que não caracteriza má fé. “Dessa forma, há que se alterar essa lei, desautorizando a contagem de 60 dias de maneira não ininterrupta, uma vez que a mora cobrada já possui natureza compensatória em detrimento daqueles que pagaram pontualmente, não sendo justo mais uma sanção cominando no constrangimento supracitado”, observa, acrescentando ainda que plano ou seguro saúde não é “questão de extravagância no Brasil, mas sim de necessidade básica para a sobrevivência pessoal e de seus dependentes, não podendo o estado continuar tutelando tal procedimento abusivo”.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

RECUSA DA SEGURADORA

Seguradora deve informar consumidor sobre recusa no contrato.

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5541/16. O projeto obriga as empresas fornecedoras de seguros a informar ao consumidor o motivo da recusa na contratação do seguro no prazo máximo de 48 horas. O prazo começará a ser contado a partir do prazo solicitado pela seguradora para avaliação da proposta de seguro.

“O direito da seguradora de recusar a contratação é legítimo. Porém, o consumidor possui o direito de saber o porquê da recusa da seguradora”, afirma o autor da proposta, deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Pela proposta, a obrigação vale para as seguradoras que atuam nos ramos de seguro para cobertura de riscos sobre quaisquer tipos de bens, sejam móveis ou imóveis.

A informação deverá ser prestada por escrito ao consumidor. É permitido o envio de mensagem para endereço eletrônico comprovadamente fornecido por ele.

O descumprimento da medida sujeitará os infratores às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que vão desde multa à interdição do estabelecimento.

Tramitação

De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.