quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

CUIDADO ! PROTEÇÃO VEICULAR NÃO É SEGURO.



Informação pode fazer diferença na vida de qualquer pessoa. Para contribuir no esclarecimento aos consumidores, o Sincor-SP, em parceria com o SindSeg-SP, lançou um vídeo informativo para esclarecer sobre a atuação das associações de proteção veicular.






terça-feira, 21 de novembro de 2017

ASSINATURA DE CARRO ZERO KM ?


Veja como funciona o serviço de assinatura de carros zero quilômetro

21/11/2017 / Fonte: Portal EXTRA Globo


Em vez de comprar um carro, que tal fazer a assinatura de um veículo para usá-lo como quiser? A Porto Seguro lançou um serviço em que o cliente fica com o automóvel e paga mensalidades fixas a partir de R$ 1.156 por essa locação de longo prazo, por períodos que vão de 12 a 36 meses. Os pagamentos de IPVA e de outros impostos, além das despesas com documentação, seguro e manutenção, estão incluídos na conta.

Na Porto Seguro, primeira a lançar o serviço de carro por assinatura no Brasil, quem devolve o veículo em bom estado de conservação, sem sinistro ou avarias, tem benefícios como franquia do seguro reduzida e até isenção da primeira mensalidade em caso de renovação do plano.

Há uma mudança de comportamento em todas as esferas de consumo: em vez de comprar filmes, as pessoas assistem aos lançamentos pela Netflix. No lugar do CD e até mesmo do download das canções, há um crescimento no uso de aplicativos como Spotify, que permitem o acesso a milhões de músicas.

— Estamos trocando o desejo de ter pela necessidade de usar apenas, principalmente se houver vantagem do ponto de vista econômico e mais comodidade. Com o carro, é a mesma mudança de cultura. O cliente percebe que o veículo perde valor todo ano. Em vez de dar entrada, ele avalia que é mais interessante ter o dinheiro em um investimento com retorno.

Foi com essa lógica que o empresário José Carlos Junior, de 39 anos, resolveu optar pelo aluguel continuado de um veículo para sua empresa e de outro para seu uso pessoal:

— Achei mais vantajoso, após fazer as contas. No carro da empresa, eu teria que dar uma entrada de R$ 15 mil e financiar o resto. Preferi investir o dinheiro na firma. Também não quis ter dor de cabeça com meu carro pessoal. Além dos gastos, há a dificuldade de vender. No último, demorei quatro meses e tive que baixar o preço.

Decisão varia segundo o perfil

Professor de Finanças do Ibmec Rio, Gilberto Braga esclarece que o aluguel continuado vale a pena somente para alguns perfis específicos de consumidores:

— Se olhar as tabelas, vai perceber que o valor pago depois de 36 meses é praticamente o preço de um carro 0km. Para adquirir um automóvel de uma montadora, por exemplo, é preciso dar uma entrada de 50 ou 60% e pagar o saldo remanescente em até 36 meses, prazo que pode variar de acordo com a marca, mas com parcelas mais suaves do que as do aluguel.

Segundo o economista, esse tipo de assinatura é interessante para quem não tem os recursos necessários para dar a entrada e precisa do veículo para uma atividade profissional, como motoristas de aplicativos ou vendedores e representantes comerciais.

— Para quem tem o dinheiro na poupança, é mais interessante fazer a compra do carro, porque terá um patrimônio. Em uma hora de sufoco, é um bem que poderá ser usado como reserva financeira, mesmo depreciado. Essa é uma decisão muito pessoal, na verdade. Pessoas que investem no mercado financeiro podem preferir o aluguel, pois usariam o valor da entrada em investimentos com taxas mais interessantes de retorno.

Cuidados evitam problemas no uso desses serviços

O contrato

Coordenadora de Atendimento do Procon Estadual, Soraia Panella explica que, além de fazer as contas, é necessário ler o contrato atentamente: “É preciso avaliar quais são os direitos e os deveres do fornecedor e do cliente”.

De olho no gasto

Soraia alerta que é preciso conferir o prazo de entrega do veículo, as características e os opcionais do automóvel, a quilometragem que poderá ser registrada por mês e os juros que serão cobrados em caso de atraso de pagamento.

Detalhes

Soraia alerta que é preciso conferir qual o prazo de entrega do veículo, quais as características e opcionais do automóvel, a quilometragem que poderá ser usada por mês e quais os juros que serão cobrados em casos de atraso.

Multas

O cliente precisa analisar o que acontecerá, caso não cumpra as regras do contrato. Em caso de atraso ou de desistência do serviço, é preciso checar qual será o valor da multa e como será cobrada.

Na prática

Também é preciso questionar quais são as obrigações da locadora. A empresa se compromete a pagar os impostos, o seguro do automóvel e a manutenção, mas o cliente precisa entender como isso funcionará na prática. Alguns exemplos de situações que precisam ser compreendidas são: como será a manutenção do veículo, quais os serviços incluídos e se haverá franquia a ser paga em caso de acidente. Soraia acrescenta que, como se trata de um contrato de longo prazo, é necessário tomar mais alguns cuidados antes da assinatura: “Todos os meses, o cliente precisará ter aquela quantia, como se fosse o aluguel de uma casa ou um apartamento. Ele tem que ver se poderá arcar com esse compromisso”.

Problemas

Segundo o Procon Estadual, em casos de dúvidas, cláusulas abusivas ou outros problemas, o cliente pode procurar os órgãos de defesa do consumidor para pedir orientação, pois tem proteção legal em qualquer relação de consumo.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

GESTÃO DE BENEFÍCIOS ?

A gestão de benefícios é uma estratégia gerencial que proporciona vantagens tanto para os colaboradores quanto para os gestores da empresa. A política de benefícios internos pode incluir seguro de vida, exercícios de meditação, cursos, planos de saúde e várias outras coisas do interesse dos colaboradores.
Os gestores que adotam essa estratégia sabem como são visíveis as melhorias no comprometimento dos funcionários, na satisfação pessoal e profissional dos indivíduos e no clima organizacional da empresa. Os trabalhadores, por sua vez, passam a ter uma sensação de dever cumprido e um sentimento de valorização.
No entanto, para que a implantação da gestão de benefícios obtenha sucesso, é preciso selecionar as melhores práticas, avaliar o nível de contentamento dos trabalhadores e equalizar tudo com os recursos disponíveis.
Ficou interessado no tema e quer saber mais sobre as vantagens da gestão de benefícios para a sua empresa? Ligue 11 5071 2065.

Aumento da produtividade da equipe

A eficiência das atividades está diretamente relacionada ao tempo para executá-la e ao número de indivíduos envolvidos. Quando essa balança está favorável, é certo que a produtividade da empresa aumentará.
Para que produtividade da empresa seja evidente e traga vantagens futuras é importante que os colaboradores estejam satisfeitos com seus afazeres, engajados e alinhados com os objetivos do empreendimento.
É fundamental, portanto, pensar na saúde de todos os funcionários e direcioná-los para as atividades físicas que mais encaixam ao seu perfil. Além da famosa ginástica laboral, muitas empresas têm optado pela avaliação psicológica, na qual os indivíduos serão analisados e direcionados para as atividades condizentes com sua personalidade.
Assim, a empresa demonstra que está preocupada não só com a manutenção da saúde física do indivíduo como também com a sua saúde mental. As causas da falta de entusiasmo dos colaboradores serão investigadas e podem ser tomadas medidas pontuais ou gradativas conforme os resultados — em alguns casos a família será notificada disso.
Assim, os gestores garantirão funcionários mais comprometidos, maior produtividade dos serviços, menor índice de absenteísmo e indivíduos mais satisfeitos.

Maior integração da equipe

A gestão de benefícios tem como propósito principal reter talentos dentro da empresa, criar um clima organizacional positivo e diminuir a tensão existente entre subordinados e suas respectivas chefias.
As formas de executar essas tarefas dependerão do porte e da característica das empresas. Grandes corporações necessitam de políticas mais abrangentes, que abarcam desde um bom plano de saúde extensivo aos familiares até descontos em estabelecimentos de lazer e restaurantes.
Pequenas empresas, por sua vez, podem investir no espírito acolhedor, solicitando sugestões dos seus colaboradores e instituindo vantagens conforme os recursos financeiros destinados a esse nicho.
Em todas essas situações é preciso divulgar bem as opções de benefícios disponíveis, pois isso mantém a credibilidade de suas ações e encoraja o engajamento de todos.

Redução de custos em longo prazo

Com uma política de privilégios para os trabalhadores será possível observar uma redução de custos em longo prazo. Afinal, o nível de tensão entre os colaboradores tenderá a diminuir e as consequências desse problema desaparecerão gradualmente.
O resultado será a redução do número de atestados médicos suspeitos, o controle dos sintomas emocionais dos trabalhadores, um maior compromisso com as responsabilidades profissionais e a melhoria da situação empresarial como um todo.
Por outro lado, um ambiente carregado negativamente favorece o aparecimento de doenças emocionais (depressão, síndrome do esgotamento e transtornos de ansiedade), aumenta o número de faltas e os índices de rotatividade dos funcionários.

Fortalecimento de laços familiares
Atualmente, as políticas empresariais devem englobar ferramentas que ampliem sua área de atuação e incorporem os laços familiares. Essa estratégia se configura como um enorme diferencial dentro da gestão de benefícios.
Afinal, os funcionários muitas vezes estão no ambiente de trabalho pensando na família, na falta de oportunidades de encontros fraternos durante a semana e em outras preocupações semelhantes.
Sabendo disso, os gestores devem elaborar práticas tais como “crianças no trabalho”, “noite dos casais”, “creches em meio período”, “cursos de diversão para pais e filhos” e tantas outras que possibilitam a aproximação entre as famílias e a empresa.
Essas atitudes minimizam a distância entre os entes familiares, ajudam a divulgar uma boa imagem da empresa para outros profissionais e disseminam ações benéficas e gratificantes para todos os envolvidos.
A gestão de benefícios é uma política positiva para implantar estratégias que valorizam o desempenho dos funcionários, criam oportunidades para o crescimento deles dentro da empresa e elaboram práticas que visam o bem-estar dos indivíduos.
Como mencionamos ao longo deste artigo, as estratégias desse estilo de gestão incluem a concessão de bons planos de saúde, gratificações por performance, viagens e até cursos no exterior para o colaborador que se destaca.
Por isso, é importante que os gestores selecionem as melhores propostas e invistam gradativamente nos benefícios aos seus trabalhadores para não gerar frustrações ou prejuízos financeiros.
Você já investe na gestão de benefícios em sua empresa? Quer inovar nesse quesito e não sabe como começar? Entre em contato conosco e saiba como nós podemos ajudá-lo!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

PROTEÇÃO VEICULAR ?

Um dos temas mais debatidos atualmente no mercado de seguros é a chamada “proteção veicular”, um modelo de negócios irregular e que prejudica diariamente clientes e profissionais habilitados e qualificados para a venda de seguros. As associações não possuem nenhuma regulamentação por lei ou oferecem qualquer garantia real para os consumidores que, muitas vezes, compram essa proteção achando se tratar de um seguro oficial.

Em vista disso, a CNseg lançou em seu canal no Youtube um vídeo com o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), João Francisco Borges, alertando o consumidor sobre o risco que as associações representam.



sexta-feira, 18 de agosto de 2017

FALSOS CORRETORES ?

CUIDADO COM OS FALSOS CORRETORES DE SEGUROS !


Eles normalmente apresentam valores muito menores e prometem diferenciais que o mercado desconhece.

Esses são os falsos corretores de seguros ! 

Estão espalhados pelo Brasil comprometendo a credibilidade daqueles profissionais, que com muito conhecimento técnico e honestidade, tentam sobreviver nesse mar de lama que virou este país.

A contratação de um seguro requer obrigatoriamente um corretor de confiança do segurado. Caso não tenha um, consulte o site da SUSEP. Lá você encontrará os profissionais que estão com a "vida em dia", junto aos órgãos competentes.

Lembre-se também de que banco não é lugar de contratar seguros, lá você sempre encontrará um "VENDEDOR DE SEGUROS" e não um técnico especializado.

Os danos causados aos sócios de corretoras de seguros que aceitaram estelionatário como produtor, podem incluir até mesmo a perda do credenciamento nas seguradoras. Foi o que ocorreu com Grace keli Teixeira Martins, sócia da Martins Consultoria e Corretora de Seguros, envolvida pelo falso corretor Hugo Leonardo Machado Cardoso, que aplicava golpes em consumidores. Segundo a corretora de seguros, o golpista conseguiu usar o seu login mesmo após ela ter alterado a senha. “Ele mudava meus dados. Depois de um tempo, eu consegui bloquear o acesso, mas, como outros corretores envolvidos por ele, eu perdi o credenciamento na seguradora”, lamenta Grace Keli.

Outro corretor envolvido no caso foi o diretor da LiveCorp Corretora, Valter Souza Dias. Ele lamenta o fato de ter sido essa praticamente a sua primeira experiência na carteira de veículos. “Meu foco nunca foi automóveis, sempre atuei com benefícios. Aí, fui abrir um pouco a minha carteira e me deparei com isso. Hoje, parei. Não trabalho mais com auto”, diz o corretor. Ele classifica Hugo Cardoso como um “larápio profissional”, que usa o código de cotação de corretoras para aplicar seus golpes. “Não sei como consegue, deve ter mais gente envolvida nisso”, suspeita.


Dias também teve o seu código de acesso bloqueado pela seguradora, embora a companhia já o tenha chamado para conversar após ele ter aberto queixa crime contra o falso corretor.





terça-feira, 8 de agosto de 2017

REAJUSTE PLANOS DE SAÚDE

O abuso dos planos de saúde ao aplicar reajustes para beneficiários a partir de 60 anos
A conduta das operadoras de planos de saúde e seguradoras ao aplicarem reajustes por faixa etária após os 60 anos é totalmente abusiva. A advogada Renata Só Severo, especialista em direito à saúde, destaca o Estatuto do Idoso e o entendimento do Judiciário como proteção a estes consumidores.
Por: Renata Só Severo

reajuste-faixa-etaria-plano-de-saude

Os idosos possuem proteção constitucional através do artigo 230 da Constituição Federal Brasileira, a qual estabelece como dever do Estado assegurar o bem-estar, a dignidade e o direito à vida a estas pessoas.

Sendo assim, em 2003 editou-se a Lei 10.741, mais conhecida como Estatuto do Idoso, Lei esta que veio assegurar a proteção constitucional às pessoas maiores de 60 (sessenta) anos.

Com o advento da referida lei, em seu artigo 15, §3°, vedou-se a discriminação dos idosos nos planos de saúde pela cobrança de valores diferenciados em razão da idade.

Destaca-se que a proibição quanto ao reajuste por faixa etária acima dos sessenta anos não surgiu só com o advento do Estatuto do Idoso, estando também prevista no Artigo 15, parágrafo único da Lei n° 9.656/98, que estabelece a vedação da variação para consumidores com mais de sessenta anos e que estejam no plano de saúde por mais de dez anos.

Com isso, antes da elaboração do Estatuto do Idoso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, estipulava que os reajustes seriam autorizados em 7 (sete) faixas etárias, sendo elas:

de 0 (zero) a 17 (dezessete) anos de idade;

de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos de idade;

de 30 (trinta) a 39 (trinta e nove) anos de idade;

de 40 (quarenta) a 49 (quarenta e nove) anos de idade;

de 50 (cinquenta) a 59 (cinquenta e nove) anos de idade;

de 60 (sessenta) a 69 (sessenta e nove) anos de idade

e de 70 (setenta) anos de idade ou mais.

No intuito de adaptar a Lei vigente ao Estatuto do Idoso, a ANS definiu 10 (dez) novas faixas etárias, através da Resolução Normativa n° 63/03, sendo a última aos 59 (cinquenta e nove) anos de idade.

Importante esclarecer que apesar do Estatuto do Idoso ter entrado em vigor no ano de 2004, já é pacificado nos Tribunais Brasileiros que, mesmo os contratos assinados anteriormente, possuem a incidência de tal legislação, vez que os contratos de seguro e de plano de saúde renovam-se automaticamente a cada ano, sofrendo assim a incidência de todas as legislações promulgadas posteriormente.

JUSTIÇA FAVORÁVEL: Justiça determina afastamento dos reajustes acima dos 60 anos

Ressalta-se, ainda, que recentemente o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo editou a Súmula 91¹ que pacificou o entendimento de que mesmo nos contratos firmados antes da sua vigência é descabido, nos termos do Artigo 15, §3° do Estatuto do Idoso, o reajuste em função de mudança de faixa etária.

Desta forma, a conduta das operadoras de planos de saúde e seguradoras ao aplicarem reajustes por faixa etária após os 60 (sessenta) anos é totalmente abusiva, vez que elevando a mensalidade de forma unilateral impede que os beneficiários idosos consigam efetuar os pagamentos, no momento em que mais precisam da assistência dos planos de saúde.

Portanto, segundo a legislação vigente a previsão de reajustes para pessoas acima dos sessenta anos é considerada abusiva e causa onerosidade excessiva aos consumidores considerados duplamente vulneráveis, sendo repelidas pelo Poder Judiciário.

¹ Súmula 91: “Ainda que a avença tenha sido firmada antes da sua vigência, é descabido, nos termos do disposto no art. 15, § 3º, do Estatuto do Idoso, o reajuste da mensalidade de plano de saúde por mudança de faixa etária.”

CARROS MAIS ROUBADOS

Fonte: CQCS | Ivan Netto

De acordo com o Índice de Veículos Roubados (IVR), da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no último semestre, os dez carros mais roubados no Brasil foram: Hyundai HB20, Volkswagen Gol (1.0), Ford Fiesta, Ford Focus, Renault Sandero, Fiat Palio, Toyota Corolla, Fiat Uno (1.0), Volkwagen Voyage e Volkswagen Fox (1.0). A informação foi veiculada recentemente pelo portal ReclameAuto, em matéria publicada no dia 26 de julho deste ano.

Foi verificado o valor do seguro de cada um deles em cinco capitais brasileiras: Aracaju (SE), Brasília (DF), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Para a cotação, foi utilizado o perfil de um homem, de 35 anos, casado, com garagem em casa e no trabalho e que está contratando seguro pela primeira vez.

No caso do carro mais roubado no País, o Hyundai HB20, o valor do seguro chega a variar mais de R$ 1.300,00, custando R$ 3.239,13 em São Paulo e R$ 1.897,25 em Aracaju.

Confira abaixo os valores dos seguros dos carros mais roubados no Brasil no último semestre:



segunda-feira, 19 de junho de 2017

SEGURO x LEI SECA

Ainda tem gente que insiste !


Acidentes causados por embriaguez de motoristas figuram entre os riscos cobertos pelas seguradoras? 

A questão está no centro de um dos principais debates do setor e vem sendo discutida atualmente no Judiciário. 

Na visão do consultor da CNseg Ricardo Bichara, a interpretação da lei em relação a esses casos já começa a demonstrar progresso no país: “A jurisprudência evoluiu positivamente no sentido de considerar agravamento de risco pela embriaguez sempre quando o segurado entregar o veículo a alguém, permitir que esse alguém dirija e, depois, se verifique na data do sinistro que ele se encontrava embriagado.”

Resumindo.....Fique atento com você e para quem você empresta seu caro.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

SEGURO x MOTO

MOTO x SEGURO

De acordo com os dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), apenas em 2016 foram vendidas 887 mil unidades, totalizando 23 milhões de motocicletas em circulação no país.

Atenta a este cenário e sempre procurando oferecer novas oportunidades de negócios, algumas Cias Seguradoras estão oferecendo um produto com cobertura para danos parciais ou indenização integral por colisão, incêndio e roubo / furto, sendo que a cobertura de casco será extensiva ao Mercosul

Quanto às assistências, o segurado conta com os serviços exclusivos, como lavagem e higienização, inclusão do veículo no CNVR (Comercialização Nacional de Veículos Reintegrados) e despachante. Caso o cliente queira, poderá contratar uma cobertura adicional da Reposição de Indumentária de Proteção, que compreende o capacete, macacão, bota e jaqueta.

Por ser um produto voltado para motos acima de 500 cilindradas, o principal objetivo é atender ao segmento de motociclismo para hobby e lazer, visto que muitos condutores ainda não são segurados.




segunda-feira, 29 de maio de 2017

RESPONSABILIDADE CIVIL D&O

Seguro D&O

Protege os Administradores de Empresas (Diretores, Conselheiros, Gerentes...) contra processos (judiciais, administrativos ou arbitrais) relacionados aos seus atos de gestão. Indispensável para empresa de advocacia.


O nome D&O refere-se a sigla em inglês para Directors & Officers (diretores e executivos). Trata-se do seguro de Responsabilidade Civil de Administradores e Diretores. Ele protege o patrimônio particular, na pessoa física, dos gerentes, executivos, membros de conselho, advogados, líderes, representantes, diretores, sócios e administradores de uma empresa, que tenham sido processados na sua pessoa física por qualquer ato e fato de sua gestão na empresa.


Este seguro pode ser contratado para garantir, entre outras questões, o seguinte:


Bloqueio de Bens pessoais;
Penhora de Dinheiro em Conta bancária;
Cobrir executivos aposentados;
Cobrir cônjuge e herdeiros;
Casos envolvendo Danos Ambientais;
Casos envolvendo reguladores CADE, CVM, BACEN, ANATEL, etc
Questões de origem tributária;
Questões de origem trabalhista.



CORRETOR x BANCO

As vantagens de fechar um seguro com uma corretora.

24/05/2017 / Fonte: Exame

Proteção contra acidentes, furtos, danos. Os seguros são ainda essenciais para diversos itens e têm se tornado cada vez mais procurados em segmentos variados. Carros, empresas, eletrônicos… tudo pode ser segurado e com planos que oferecem excelentes custos-benefícios. Sem contar na facilidade para fechar o plano que mais se adequa às suas facilidades.


Ter os olhos de um corretor na hora de fechar o seguro, porém, continua sendo fundamental. Mesmo quando você tem todas as informações online, os contratos padrões de seguros requerem análise de um profissional, visando a própria proteção dos segurados.



“Obter um seguro diretamente com um banco ou por meio ferramentas digitais é algo que requer grande conhecimento da área. O cliente pode acabar adquirindo um seguro que não é o mais adequado para ele simplesmente por falta de orientação”, explica Anderson Mendes, sócio da Pro Affinity , corretora de seguros que atua há mais de dez anos no mercado.



Como fazer a escolha do seguro?


As seguradoras oferecem inúmeras possibilidades de seguros, com vantagens que variam bastante de acordo com o valor de cada uma delas. No entanto, nem sempre um seguro mais caro é necessariamente melhor – tudo vai depender do cenário e do que está sendo envolvido na apólice.



No caso de um automóvel, por exemplo, contratar uma modalidade que envolve a cobertura de acidentes causados por terceiros dirigindo o veículo pode não ser necessária se somente uma pessoa ficar na direção.


Redução de riscos


Quando se fala em riscos, não se pode pensar somente na credibilidade da empresa que está sendo acionada. Com exceção dos seguros de vida, os riscos de um seguro envolvem exatamente a questão da relação custo-benefício que, basicamente, remonta a três fatores: valor do bem segurado, valor pago e franquia.



Para não despender um valor muito alto, algumas pessoas ou empresas acabam optando por seguros de valor mais baixo. Dependendo das condições de contrato, o valor que será recebido pode ficar aquém das necessidades básicas de reparo ou ainda exigir um valor de franquia muito alto e que não compensa o acionamento.



Todos esses riscos podem ser complexos para um público leigo, mas fazem parte da área de domínio das corretoras de seguros.

Envolvendo vidas


Quando se pensa em seguros de vida ou saúde, a situação se torna ainda mais complexa. 

Cada Cliente tem que ser atendido dentro da sua individualidade. Não existem pessoas exatamente iguais, daí a necessidade de personalização. 

Conte com nossa experiência profissional desde 1996.






quarta-feira, 17 de maio de 2017

PROTEÇÃO VEICULAR NÃO É SEGURO

Fonte Marcelo Blay:

Tem-se popularizado no Brasil a comercialização de um pacote de serviços denominado “Proteção Veicular”. Tais serviços têm sido oferecidos e adquiridos como substitutos mais baratos dos seguros automotivos. Como consequência de tal movimento, o que se tem visto não é outro resultado que não um grande número de pessoas lesadas.


Veja abaixo matéria veiculada na rede Globo, no programa da Ana Maria Braga.



Obs.: acessar links usando Internet Explorer

A proteção veicular, oferecida por cooperativas ou associações, funciona como uma espécie de “seguro pirata”, já que não oferece as mesmas condições de um seguro, embora seja vendido como se assim fosse.  Entre os vários problemas enfrentados por aqueles que optam por esta modalidade, estão o fato de ela não oferecer qualquer tipo de garantia, fiscalização ou regulamentação por parte da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), principal órgão e responsável pela autorização, controle e fiscalização dos mercados de seguros no Brasil.

A SUSEP tem agido com rigor para afastar as cooperativas piratas e as associações do mercado. Até a metade de 2016, quase 80 empresas já haviam sido multadas por oferecerem este tipo de seguro sem nenhuma garantia para o “segurado”. Até mesmo a Policial Federal tem entrado em ação em alguns casos.

O funcionamento, dos serviços de proteção veicular não segue o mesmo processo daquele dos seguros. Nos serviços de proteção veicular, aqueles que aderem ao sistema são considerados associados a uma instituição e   no caso dos seguros a relação com as seguradoras é de cliente. Caso a associação venha a ter problemas financeiros, o associado pode vir a não receber sua indenização. Nas seguradoras, a SUSEP exige a manutenção de grandes reservas calculadas com base estatística e com rigor, para que o cliente nunca fique sem receber seu pagamento em caso de um sinistro.

Há outras diferenças. A cobertura de furto simples não é oferecida na proteção veicular. Enquanto o recebimento da indenização no seguro automotivo é certo, na proteção veicular ela depende do caixa da associação. E para citar mais um exemplo comparativo, ao contrário do que ocorre com os seguros, é praxe haver franquia no pagamento de danos a terceiros pelas empresas de “seguro pirata”.

Para quem quer ter uma cobertura confiável, as dicas são as mais básicas: contrate um seguro de automóvel com um corretor de seguros. Desconfie de preços muito baixos, pois não há milagres que possam diminuir tanto os custos. Cheque na SUSEP se a empresa que oferece o produto é realmente legal e se está apta para exercer essa comercialização.

Um seguro não deve ser atrativo apenas pelo preço, mas sim, por toda garantia e tranquilidade oferecidas. Com tantos exemplos, não é difícil imaginar que o preço mais baixo pode ficar muito mais caro em caso de qualquer tipo de sinistro. Contratar proteção veicular não é seguro. Em nenhum sentido.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

CANCELAR UM PLANO DE SAÚDE

Como Cancelar um Plano de Saúde

Regras da ANS para cancelar plano de saúde começam a valer; entenda
10/05/2017 / Fonte: G1

Cancelamento será imediato, inclusive para devedores; consumidor deve fazer denúncia à ANS em caso de descumprimento da operadora, diz especialista.

As novas regras que regulamentam o cancelamento de planos de saúde começam a valer a partir desta quarta-feira (10). Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a resolução 412 se aplica apenas a planos contratados após 1º de janeiro de 1999 ou sob a lei 9.656/98.

Publicada em novembro do ano passado, a resolução cria regras específicas para quando o cliente deseja cancelar seu contrato com a operadora, seja ele individual, familiar ou coletivo (empresarial ou por adesão).

A norma pretende dar maior “clareza, segurança e previsibilidade” nos cancelamentos de planos de saúde por desejo do consumidor e extinguir “possíveis ruídos de comunicação” com as operadoras, esclareceu a ANS.

O especialista em direito da saúde do escritório Vilhena Silva, Rafael Robba, afirma que a resolução vem em linha com as regras já criadas em serviços de telecomunicações e bancários, uma vez que obriga as operadoras a criarem canais para facilitar o cancelamento presencialmente, por telefone ou pela internet.

Multa de R$ 30 mil
No entanto, a norma vai exigir que a ANS fiscalize e acompanhe o cumprimento destas garantias pelas operadoras, destaca o especialista. As operadoras que deixarem de cumprir as normas determinadas na resolução estarão sujeitas a uma multa de R$ 30 mil.

“Caso o consumidor tenha problemas ao tentar cancelar seu plano, a recomendação é fazer a denúncia à ANS, para que o órgão fiscalize e aplique a punição prevista”, explica Robba.

A nova regra beneficia o consumidor em três pontos principais, destaca o advogado: o cancelamento imediato do plano; a exclusão do titular do plano familiar; e a possibilidade de cancelar o contrato mesmo em caso de inadimplência.

“A única questão que não mudou foi a da multa pelo cancelamento. Muitos contratos preveem esta cobrança para quem cancelar o contrato nos primeiros 12 meses do plano”, esclarece Robba. Prevalece, portanto, a multa por quebra contratual se ela estiver prevista no contrato.

No caso do plano individual ou familiar, o pedido poderá ser feito pessoalmente, por telefone ou pela internet. Para planos coletivos, o pedido será feito à empresa ou associação profissional. Na impossibilidade, pode-se acionar a operadora.

Fuga dos planos de saúde
Os planos de saúde perderam 1,4 milhão de beneficiários em 2016, no segundo ano seguido de retração no setor, de acordo com a ANS. Em 2 anos, 2,8 milhões de pessoas ficaram sem plano, passando de 50,4 milhões em dezembro de 2014 para 47,6 milhões em janeiro de 2017.

O movimento é reflexo da crise econômica, que levou o PIB a dois anos de retração. Muitas dos desempregados perderam o plano de saúde corporativo e entram na lista de pessoas que deixaram de ser beneficiárias de planos de saúde privados.

Veja abaixo os principais pontos da resolução 412:

Cancelamento imediato do plano

Como era: anteriormente, os consumidores aguardavam um prazo de aviso prévio de cerca de 30 dias para poder deixar o plano de saúde, explica Robba.

Como fica: com a resolução, o pedido de cancelamento feito pelo beneficiário tem efeito imediato e ele já deixa de ter obrigações com a operadora, explica o especialista.

Exclusão do titular no plano familiar

Como era: geralmente, as operadoras estipulavam que se o titular de um plano familiar quisesse sair, todos os beneficiários perdiam o plano.

Como fica: segundo Robba, se o titular quiser deixar o plano familiar, os dependentes continuam com o direito de permanecer nessa apólice com as mesmas condições contratuais.

Cancelamento em caso de inadimplência

Como era: o beneficiário que deixou de pagar as prestações do plano muitas vezes ficava impedido pela operadora de cancelar o plano e procurar outro de valor mais baixo.

Como fica: o consumidor pode cancelar o plano e contratar outro mesmo inadimplente e pode negociar os valores em atraso posteriormente com a operadora, afirma Robba.

Comprovante de cancelamento

Como era: não existia a obrigação de fornecer um comprovante de cancelamento do contrato.

Como fica: a operadora será obrigada a fornecer um comprovante do pedido de cancelamento ou de exclusão do beneficiário em até 10 dias úteis. Este documento deve informar eventuais cobranças de serviços e dúvidas do cliente.” A partir desse momento, o plano de saúde estará cancelado para o titular e seus dependentes”, diz a ANS.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

YOUSE x Realidade

CUIDADO VOCÊ ESTÁ SENDO ENGANADO

O site Youse se apresenta como a versão mais acessível e barata de consumir produtos de seguros no Brasil e afirma que os seus custos são inferiores dos da concorrência em virtude da inexistência do Corretor de Seguros no processo, aliado a possibilidade de escolha das coberturas de interesse por parte dos clientes.

Uma pesquisa mais apurada mostrou que os três argumentos são falsos; já que os seguros vendidos pela Youse, quando adequadamente comparados, são mais caros que a concorrência; que a Youse é uma estrutura intermediária com despesas altas de operações e que o cliente, em grande parte do País não pode adquirir as coberturas desejadas, sendo induzido, em alguns casos, a adquirir produtos sem a proteção pretendida, deixando-os expostos aos riscos mais frequentes, que acontecem na maioria dos casos de utilização do seguro, como os danos materiais parciais causados aos automóveis dos segurados e daqueles, que porventura, venham a ser vítimas de alguma colisão causada pelo motorista que contratou o seguro através da plataforma.

O preço da Youse é mais caro

Visando checar a veracidade da informação de que o seguros da Youse é mais barato foi realizada uma pesquisa utilizando-se dois dos modelos mais vendidos no Brasil.

A cotação foi simulada nas praça de São Paulo e Brasilia, que são as únicas onde a Youse oferece a possibilidade de se contratar coberturas para os danos materiais parciais para o veiculo do cliente e de quem, por ventura, for vitima de acidente causado pelo contratante.

Foi utilizado o exemplo do automóvel Chevrolet Onix Hatch LT 1.0, ano 2017, com cobertura de 100% da tabela Fipe para perda total, R$-100.000,00 para Danos Materiais, R$-200.000,00 para Danos Corporais. Além disto, acrescentou-se assistência a automóvel de 200km; carro reserva no período de 7 dias, vidros (faróis, lanternas e retrovisores).

Para cada veículo analisado, o estudo considerou como perfil um condutor homem, de 35 anos e divorciado.

Em São Paulo

Franquia, participação do segurado em caso de acidente, no valor de R$-2.386,00.

Youse – R$ 5.960,88 ao ano;

HDI – R$ 3.948,63 e

Tokio Marine – R$ 3.986,92

Em Brasilia:

Franquia, participação do segurado em caso de acidente com perdas parciais, no valor de R$-2.634,00.

Youse – R$ 3.367,20 ao ano;

HDI – R$ 2.456,73 e

Tokio Marine – R$ 3.272,43

Para o automóvel HD20 Confort 1.0 , ano 2017, com os mesmos critérios do exemplo anterior, o custo ficou:

Em São Paulo

Franquia, participação do segurado em caso de acidente com perdas parciais, no valor de R$ 3.300,00.

Youse – R$ 5.630,28 ao ano;

Allianz – R$ 4.173,82 ao ano;

Tokio Marine – R$ 4.887,85

Em Brasilia:

Franquia, participação do segurado em caso de acidente, no valor de R$-3.362,00.

Youse – R$ 3.508,32 ao ano;

HDI – R$ 3.356,14 e

Tokio Marine – R$ 3.620,46

Portanto afirmar que o produto distribuído pela Youse é mais barato não corresponde a realidade. O que se percebe na Youse é que as alternativas são pré-estabelecidas, limitando significativamente as opções de contratação para dar a impressão de um custo inicial mais barato, visando atrair a atenção do consumidor, mas o impossibilitando de escolher as coberturas ideais. Quando incluídas as coberturas ideais o custo do seguro da Youse ficou mais alto que alguns concorrentes.

Uma vantagem que o produto tem e que as demais Cias não oferecem é o pagamento parcelado em 12 vezes.

Sem Corretor de Seguros é mais barato?

Com um marketing agressivo a seguradora diz , através de seus atendentes, oferecer preços muito mais baixos porque dispensa a figura do Corretor.

Mas o Corretor de Seguros é um intermediário da mesma forma que a Youse, que distribui produtos da Caixa Seguros com elevadíssimos custos com tecnologia, marketing e atendimento pessoal, já que a maioria dos negócios tem sido fechados através do telefone.

Os custos apresentados na comparação acima comprovam que o fato de excluir o Corretor de Seguros não reduz o custo do seguro Youse, que na verdade é mais caro do que alguns concorrentes mais tradicionais.

A Youse induz o consumidor a não comprar os tipos de seguro mais utilizados

A Youse não oferece cobertura para danos mais comuns e de maior incidência em quase todo o Brasil.

Apenas as cidades de São Paulo e Brasília oferecem a possibilidade do cliente contratar proteção para perdas parciais no próprio veÍculo e/ou no daqueles que venham a ter seus automóveis danificados por colidir com um segurado Youse, as mais utilizadas e de maior incidência no Brasil.

Em uma simulação de um cliente da cidade de Salvador, Bahia, que demonstra interesse em adquirir o seguro com a cobertura de Perda Parcial para o seu veículo aliada a de Danos Materiais a Terceiros, para o caso de colidir com outro automóvel, a atendente da Youse entra em contato telefônico com o possível cliente, explica que a Youse ainda não pode oferecer este tipo de proteção na cidade onde ele reside e tenta convencê-lo a contratar o seguro sem a garantia e aguardar o dia em que for possível adicionar estas proteções. 

Ou seja, mesmo interessado em contratar uma proteção mais completa, o consumidor é induzido a ficar sub segurado, exposto a riscos frequentes, em função de uma estratégia agressiva de captação de novos negócios que, aliada a uma campanha publicitária incrível, o plano de comunicação é muito bem modelado, pode causar sérias perdas ao consumidor desassistido, tão frequente no ambiente online.

A Youse também não oferece a possibilidade de se proteger de Danos Morais.

A Youse chegou ao mercado se posicionando como a Seguradora Online onde os consumidores contratariam seguros totalmente via internet, depois se reposicionou como Plataforma Online da Caixa Seguradora, um intermediário entre a Caixa Seguros e o consumidor, e agora investe na humanização dos seus serviços abrindo mão do modelo 100% online e atendendo a boa parte de seus clientes via telefone.

O que fica parecendo é que o modelo do futuro que deveria oferecer melhores produtos, por melhores preços e estabelecer uma relação 100% online abriu mão da atitude disruptiva e caminha para uma operação bem próxima das corretoras de seguros online existentes.

Cabe ao consumidor tomar os cuidados necessários ao contratar o seu seguro ,analisando as possibilidades existentes e comparando as ofertas deste novo canal, lembrando que nem tudo é como aprece nos anúncios na hora que ele se envolve em um acidente no mundo real.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

CUSTO DO SEGURO

5 fatores que influenciam no custo do seguro


O preço de um seguro é calculado com base no perfil do motorista e das características do veículo segurado. Existem cinco aspectos fundamentais que influenciam diretamente no custo: a idade; o sexo; o endereço; a garagem e o modelo do carro.

O valor do prêmio do seguro pode ser mais ou menos oneroso em função da qualidade da informação prestada pelos segurados aos Corretores de Seguros. Consultores de gerenciamento de riscos e seguros alertam que muitos segurados, por exemplo, omitem propositalmente algumas informações entendendo que isso possa gerar alguma economia.

Conheça, a seguir, os fatores que influenciam no preço do seguro auto:

· A garagem onde o carro costuma ficar:

Um dos aspectos que interferem na cotação do seguro do automóvel é a condição de o carro ter ou não garagem. Caso o veículo fique exposto à ação de bandidos ou das variações do tempo, o seguro é mais caro.

· Modelo do veículo:

Segundo o Corretor Carlos Valle, se o modelo do carro estiver no ranking dos mais visados por bandidos, seu seguro será mais custoso. Carros que demandam custos das peças de reposição, também contribuem no aumento do seguro. Isto porque a seguradora define o preço com base no custo de reposição do veículo ou das peças.

· A idade:

Condutores com idade entre 18 e 25 anos tendem a pagar mais, tendo em vista que, segundo estatísticas, o índice de sinistralidade entre esses jovens é alto.

· Sexo:

Conforme Sérgio Ricardo, em algumas seguradoras, as mulheres conseguem descontos, diferentemente dos homens que o valor chega a ser 10 por cento mais caro. O valor nestes casos é definido conforme os estudos que apontam a maior prudência no trânsito para as mulheres. As pesquisas apontam que os homens estão mais vulneráveis aos sinistros, pagando mais caro no seguro.

· Endereço:

Para Carlos Valle, a residência do seguro é um dos fatores relevantes. Condutores que residem em lugares com alto índice de criminalidade, terão que arcar com valores mais altos, tendo em vista que a proteção para o veículo será mais trabalhosa.

terça-feira, 21 de março de 2017

BANCO x SEGURO

Banco que empurrar para seus clientes seguros não solicitados pode ser penalizado


A prática de cadastrar um consumidor em programas promocionais de bancos sem autorização pode virar crime. Por exemplo, empurrar seguros ou cartões de crédito, para “atingir metas”. Prevê pena de detenção de um a seis meses ou multa. A ideia é proteger os consumidores contra débitos causados por produtos que não foram solicitados.

O texto também torna nulos os débitos gerados por cadastramento desse tipo. Muitas vezes esses programas promocionais geram prejuízos aos consumidores sem que eles sequer saibam que foram cadastrados.

O texto está na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde será analisado em decisão terminativa. Isso significa que o texto pode ir direto para a Câmara se for aprovado na comissão e não houver recurso para a análise pelo Plenário.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

CORRETOR x BANCO

Corretor em vez de Banco: Seguro e Previdência com mais dinheiro no seu bolso

07/02/2017 / Fonte: http://www.administradores.com.br/

BancoSe você ainda pensa primeiro no banco na hora de contratar seguros e previdência privada, estes alertas são para você

A contratação de seguros de qualquer ramo e de previdência privada com o banco normalmente leva a grandes perdas financeiras para o cliente. Não por acaso, o movimento de “desbancarização” que começou nos Estados Unidos e Europa já está em andamento também no Brasil. Veja por que:

Quanto aos Seguros (Vida, Empresarial, Residencial, Auto, Viagem, ou qualquer outro ramo):

Enquanto o gerente do banco comercializa soluções simplificadas, não é técnico no assunto e coloca os interesses e metas do banco em primeiro lugar, com o corretor de seguros acontece o contrário: O corretor define um contrato que atende às necessidades do segurado, é um especialista, é legalmente responsável para defender os interesses do cliente, atende rápido e com riqueza de informações sempre à mão.

Quanto à Previdência Privada:

Os planos de previdência costumam ter as taxas de carregamento e de administração. Nos bancos, estas taxas costumam ser abusivas, corroendo o valor total que você poderia acumular. Imagine que, por ser um investimento de longo prazo, mesmo diferenças bem pequenas nos percentuais acabam levando a uma grande variação no valor que você acumula. E as diferenças nas taxas não são pequenas, causando maior impacto no longo prazo?. Com a preocupação tão presente de compensar as perdas com as mudanças nas regras do INSS, torna-se primordial aproveitar o corretor para que ele pesquise as menores taxas e a melhor rentabilidade.

Em resumo, lembre-se:

Banco:

Tem a especialidade financeira para cuidar de suas transações. Mas, para atender você com seguros e previdência, mesmo que o gerente também seja corretor, ele? só terá as soluções do próprio banco ou de uma única seguradora parceira?. Por isso é tão comum que o cliente, através do banco, acabe pagando mais caro pelo seguro e, o mesmo tempo, tenha menos rentabilidade na previdência privada.

Sem contar a frequente prática de venda casada (Exemplo: ser obrigado a contratar seguro para ter determinadas condições em algum empréstimo), que é ilegal.

Corretor de Seguros:

É especialista em seguros e previdência privada, ?tendo todo o conhecimento para orientar o cliente em relação a coberturas realmente pertinentes. E, por ser independente, o corretor consulta todas as seguradoras, verá qual poderá atender melhor à necessidade pelo menor investimento???, podendo auxiliar o cliente mesmo fora do horário de expediente bancário.

Pense nisso na hora de investir em seguros e previdência. E, com o corretor, fique mais tranquilo por estar realmente protegido e com mais dinheiro.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

REAJUSTE NOS SEGUROS

Explosão de roubos de carros poderá aumentar seguros em até 20%

03/02/2017 / Fonte: O Globo
Federação nacional diz que o Rio tem hoje as apólices mais caras do país.

Os números provam que a violência no estado vem aumentando e pesando mais no bolso dos cidadãos, mesmo daqueles que não foram vítimas de crimes. Vice-presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Luiz Pomarole destacou que o Rio tem hoje as apólices mais caras do país. Segundo ele, a explosão na quantidade de roubos de automóveis em 2016 — 41.704 casos, o número mais alto em 25 anos — deverá provocar um aumento de até 20% no valor dos novos contratos. A estatística referente a veículos faz parte de um balanço divulgado quarta-feira pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), que também apontou uma alta nas ocorrências de homicídios e vários tipos de assaltos.

Segundo Pomarole, os preços dos seguros de automóveis no Rio poderão subir porque os roubos e furtos se espalharam:

— Niterói, que tinha índices estáveis, hoje apresenta uma quantidade de roubos acima da média, numa situação semelhante à da Baixada Fluminense. Barra, Ipanema, Copacabana e Leblon seguiram a mesma tendência.

Ainda de acordo com o vice-presidente da FenSeg, o perfil do roubo mudou:

— Antes, os principais alvos dos ladrões de veículos eram os modelos populares, de até mil cilindradas. Agora, percebemos um significativo aumento de roubos de picapes e carros importados.

Na opinião de Pomarole, o Rio, assim como outros estados, tem sido negligente com uma questão diretamente relacionada aos roubos de carros: a demora para regulamentar, de forma plena, a lei federal de descarte de resíduos sólidos, que exige o registro de cada peça automotiva vendida em ferros-velhos.

— O Detran precisa ter, em seu banco de dados, os registros de peças para desmanche e revenda. Sem isso, não há como controlar esse mercado — alertou o vice-presidente da FenSeg.

Estatísticas de outros tipos de crime contra o patrimônio também explodiram no estado. Até mesmo a Zona Sul carioca, que não costumava acompanhar o aumento de índices de violência de outras regiões, sofreu um duro revés em 2016: ali, os roubos totais (de veículos, a pedestres e em ônibus, entre outros) subiram 37,67% (de 6.041 para 4.388) em relação a 2015, superando o aumento médio em todo o município, de 26,38%.

Ipanema teve uma das piores marcas da cidade nas estatísticas do ISP: os casos de roubos a transeuntes no bairro subiram 75%, 3,4 vezes mais do que os 22,03% de aumento médio na capital.

— Não há solução a curto prazo. O cenário econômico é muito ruim, as atuais autoridades de segurança estão continuando o projeto anterior, mas sem os recursos que a área recebia. Os policiais não vêm recebendo salários. Aumentos significativos na quantidade de crimes contra o patrimônio estão sempre relacionados a períodos de crise. Vale lembrar que o Rio continua adotando uma política de segurança que foi implementada em 2008. As metas de premiação das polícias, as UPPs, nada disso foi reavaliado — criticou o sociólogo Ignacio Cano, coordenador do Laboratório de Análises da Violência da Uerj.

Para o diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da UFF, Eurico de Lima Figueiredo, o cenário é agravado pelo fato de o estado chegar ao terceiro ano consecutivo de recessão:

— Quando foi lançada a política de pacificação de comunidades, estávamos num período virtuoso, com 7,5% de crescimento econômico. As UPPs chegaram para tratamos os sintomas, não as causas da criminalidade. Hoje, deveríamos estar colhendo os frutos de investimentos em inclusão social.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

FIANÇA LOCATÍCIA

Projeto proíbe imobiliária de impor corretor ao locatário

O recesso das atividades no Congresso Nacional termina nos próximos dias. E, entre os projetos de lei que o mercado vem acompanhando com mais atenção, consta a proposta segundo a qual, no caso do seguro de fiança locatícia, caberá ao locatário escolher o corretor de seguros, devidamente registrado na Susep, não podendo o locador ou o agente imobiliário compelir o locatário a escolher determinado corretor ou companhia de seguros ou interferir nessa escolha.
O projeto também estabelece que o prêmio anual do seguro de fiança locatícia não poderá exceder o valor equivalente a um mês de aluguel, acrescido dos encargos a ele referentes.

Ao justificar a proposta, o deputado lembrou que a maioria das imobiliárias obriga o locatário a contratar os serviços do corretor indicado por elas. Muitas vezes o locatário já tem um corretor de seguro de confiança e já negociou o valor e as condições do seguro com ele, mas a imobiliária lhe exige, como condição para assinar o contrato, que ele demita o corretor e assine um termo pelo qual transfere a apólice já aprovada a outro corretor, para que este receba a comissão. Esse absurdo é hoje uma prática habitual no mercado imobiliário.

Essa proposta tramita apensada ao projeto de lei de autoria do deputado João Henrique (PMDB/PI) que permite ao locatário, no contrato de locação, optar entre três modalidades de garantia: seguro de fiança locatícia fiança e caução em dinheiro.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

VIDA RESGATÁVEL

Modalidade permite ao consumidor receber de volta parte dos prêmios pagos no fim da vigência da apólice, no caso de não ocorrência do sinistro.

O conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), órgão vinculado do Ministério da Fazenda responsável pelo setor seguros no Brasil, aprovou JAN/17 resolução que dispõe sobre as regras e os critérios para comercialização do chamado seguro de vida universal.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o seguro de vida universal, embora seja uma "grande inovação" no seguro de vida no Brasil, já existe em vários países com várias versões para escolha do consumidor. A resolução aprovada nesta sexta-feira, porém, entra em vigor somente dentro de 120 dias após sua publicação.

"A grande vantagem desta nova modalidade é que o consumidor pode receber de volta parte dos prêmios pagos no fim da vigência da apólice, no caso de não ocorrência do sinistro", explicou o governo. Além de contratar um seguro de vida, nesse caso, o cliente também conseguiria formar uma poupança.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o seguro universal se difere dos seguros de vida tradicionais, pois o capital segurado é composto de duas parcelas: capital segurado de risco e capital segurado de acumulação.
E se caracteriza também, ainda de acordo com o governo, por terem apólices de longo prazo, o prazo mínimo será de cinco anos. "Estarão disponíveis duas modalidades deste tipo de seguro: aquela em que o capital segurado será constante; e, outra em que o capital segurado será variável", concluiu o governo.

Quer conhecer mais ?