quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

CORRETOR x BANCO

Corretor em vez de Banco: Seguro e Previdência com mais dinheiro no seu bolso

07/02/2017 / Fonte: http://www.administradores.com.br/

BancoSe você ainda pensa primeiro no banco na hora de contratar seguros e previdência privada, estes alertas são para você

A contratação de seguros de qualquer ramo e de previdência privada com o banco normalmente leva a grandes perdas financeiras para o cliente. Não por acaso, o movimento de “desbancarização” que começou nos Estados Unidos e Europa já está em andamento também no Brasil. Veja por que:

Quanto aos Seguros (Vida, Empresarial, Residencial, Auto, Viagem, ou qualquer outro ramo):

Enquanto o gerente do banco comercializa soluções simplificadas, não é técnico no assunto e coloca os interesses e metas do banco em primeiro lugar, com o corretor de seguros acontece o contrário: O corretor define um contrato que atende às necessidades do segurado, é um especialista, é legalmente responsável para defender os interesses do cliente, atende rápido e com riqueza de informações sempre à mão.

Quanto à Previdência Privada:

Os planos de previdência costumam ter as taxas de carregamento e de administração. Nos bancos, estas taxas costumam ser abusivas, corroendo o valor total que você poderia acumular. Imagine que, por ser um investimento de longo prazo, mesmo diferenças bem pequenas nos percentuais acabam levando a uma grande variação no valor que você acumula. E as diferenças nas taxas não são pequenas, causando maior impacto no longo prazo?. Com a preocupação tão presente de compensar as perdas com as mudanças nas regras do INSS, torna-se primordial aproveitar o corretor para que ele pesquise as menores taxas e a melhor rentabilidade.

Em resumo, lembre-se:

Banco:

Tem a especialidade financeira para cuidar de suas transações. Mas, para atender você com seguros e previdência, mesmo que o gerente também seja corretor, ele? só terá as soluções do próprio banco ou de uma única seguradora parceira?. Por isso é tão comum que o cliente, através do banco, acabe pagando mais caro pelo seguro e, o mesmo tempo, tenha menos rentabilidade na previdência privada.

Sem contar a frequente prática de venda casada (Exemplo: ser obrigado a contratar seguro para ter determinadas condições em algum empréstimo), que é ilegal.

Corretor de Seguros:

É especialista em seguros e previdência privada, ?tendo todo o conhecimento para orientar o cliente em relação a coberturas realmente pertinentes. E, por ser independente, o corretor consulta todas as seguradoras, verá qual poderá atender melhor à necessidade pelo menor investimento???, podendo auxiliar o cliente mesmo fora do horário de expediente bancário.

Pense nisso na hora de investir em seguros e previdência. E, com o corretor, fique mais tranquilo por estar realmente protegido e com mais dinheiro.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

REAJUSTE NOS SEGUROS

Explosão de roubos de carros poderá aumentar seguros em até 20%

03/02/2017 / Fonte: O Globo
Federação nacional diz que o Rio tem hoje as apólices mais caras do país.

Os números provam que a violência no estado vem aumentando e pesando mais no bolso dos cidadãos, mesmo daqueles que não foram vítimas de crimes. Vice-presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Luiz Pomarole destacou que o Rio tem hoje as apólices mais caras do país. Segundo ele, a explosão na quantidade de roubos de automóveis em 2016 — 41.704 casos, o número mais alto em 25 anos — deverá provocar um aumento de até 20% no valor dos novos contratos. A estatística referente a veículos faz parte de um balanço divulgado quarta-feira pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), que também apontou uma alta nas ocorrências de homicídios e vários tipos de assaltos.

Segundo Pomarole, os preços dos seguros de automóveis no Rio poderão subir porque os roubos e furtos se espalharam:

— Niterói, que tinha índices estáveis, hoje apresenta uma quantidade de roubos acima da média, numa situação semelhante à da Baixada Fluminense. Barra, Ipanema, Copacabana e Leblon seguiram a mesma tendência.

Ainda de acordo com o vice-presidente da FenSeg, o perfil do roubo mudou:

— Antes, os principais alvos dos ladrões de veículos eram os modelos populares, de até mil cilindradas. Agora, percebemos um significativo aumento de roubos de picapes e carros importados.

Na opinião de Pomarole, o Rio, assim como outros estados, tem sido negligente com uma questão diretamente relacionada aos roubos de carros: a demora para regulamentar, de forma plena, a lei federal de descarte de resíduos sólidos, que exige o registro de cada peça automotiva vendida em ferros-velhos.

— O Detran precisa ter, em seu banco de dados, os registros de peças para desmanche e revenda. Sem isso, não há como controlar esse mercado — alertou o vice-presidente da FenSeg.

Estatísticas de outros tipos de crime contra o patrimônio também explodiram no estado. Até mesmo a Zona Sul carioca, que não costumava acompanhar o aumento de índices de violência de outras regiões, sofreu um duro revés em 2016: ali, os roubos totais (de veículos, a pedestres e em ônibus, entre outros) subiram 37,67% (de 6.041 para 4.388) em relação a 2015, superando o aumento médio em todo o município, de 26,38%.

Ipanema teve uma das piores marcas da cidade nas estatísticas do ISP: os casos de roubos a transeuntes no bairro subiram 75%, 3,4 vezes mais do que os 22,03% de aumento médio na capital.

— Não há solução a curto prazo. O cenário econômico é muito ruim, as atuais autoridades de segurança estão continuando o projeto anterior, mas sem os recursos que a área recebia. Os policiais não vêm recebendo salários. Aumentos significativos na quantidade de crimes contra o patrimônio estão sempre relacionados a períodos de crise. Vale lembrar que o Rio continua adotando uma política de segurança que foi implementada em 2008. As metas de premiação das polícias, as UPPs, nada disso foi reavaliado — criticou o sociólogo Ignacio Cano, coordenador do Laboratório de Análises da Violência da Uerj.

Para o diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da UFF, Eurico de Lima Figueiredo, o cenário é agravado pelo fato de o estado chegar ao terceiro ano consecutivo de recessão:

— Quando foi lançada a política de pacificação de comunidades, estávamos num período virtuoso, com 7,5% de crescimento econômico. As UPPs chegaram para tratamos os sintomas, não as causas da criminalidade. Hoje, deveríamos estar colhendo os frutos de investimentos em inclusão social.



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

FIANÇA LOCATÍCIA

Projeto proíbe imobiliária de impor corretor ao locatário

O recesso das atividades no Congresso Nacional termina nos próximos dias. E, entre os projetos de lei que o mercado vem acompanhando com mais atenção, consta a proposta segundo a qual, no caso do seguro de fiança locatícia, caberá ao locatário escolher o corretor de seguros, devidamente registrado na Susep, não podendo o locador ou o agente imobiliário compelir o locatário a escolher determinado corretor ou companhia de seguros ou interferir nessa escolha.
O projeto também estabelece que o prêmio anual do seguro de fiança locatícia não poderá exceder o valor equivalente a um mês de aluguel, acrescido dos encargos a ele referentes.

Ao justificar a proposta, o deputado lembrou que a maioria das imobiliárias obriga o locatário a contratar os serviços do corretor indicado por elas. Muitas vezes o locatário já tem um corretor de seguro de confiança e já negociou o valor e as condições do seguro com ele, mas a imobiliária lhe exige, como condição para assinar o contrato, que ele demita o corretor e assine um termo pelo qual transfere a apólice já aprovada a outro corretor, para que este receba a comissão. Esse absurdo é hoje uma prática habitual no mercado imobiliário.

Essa proposta tramita apensada ao projeto de lei de autoria do deputado João Henrique (PMDB/PI) que permite ao locatário, no contrato de locação, optar entre três modalidades de garantia: seguro de fiança locatícia fiança e caução em dinheiro.